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Força Tática apreende 2 mil cigarros eletrônicos e prende jovens em Rondonópolis: entenda o caso

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2026

O combate ao comércio de produtos ilícitos e ao contrabando ganhou um novo desdobramento na região Sul do estado. Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam três jovens, com idades entre 20 e 22 anos, suspeitos de integrar uma rede de distribuição ilegal de vapes. A ação ocorreu na noite de terça-feira (9), no bairro Parati, em Rondonópolis, e resultou na apreensão de 2.131 unidades de dispositivos eletrônicos para fumar.

A ofensiva, inserida no escopo da Operação Tolerância Zero, causou um impacto financeiro estimado em R$ 300 mil ao crime organizado em Mato Grosso.

Atitude suspeita em residência leva à descoberta de depósito clandestino

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, a equipe realizava o patrulhamento tático de rotina pela região quando avistou um indivíduo em atitude suspeita em frente a um imóvel. Ao notar a aproximação das viaturas, o homem fugiu para o interior da residência, o que levou os militares a realizarem o acompanhamento tático e a varredura legal do perímetro.

Dentro da casa, os policiais localizaram o suspeito em fuga acompanhado de outros dois indivíduos. Durante a busca domiciliar, a equipe encontrou dezenas de caixas fechadas repletas de cigarros eletrônicos de modelos e essências variadas. No local, também foram apreendidos materiais de logística comercial, como uma máquina de cartão de crédito e débito, que comprovavam a venda direta dos itens banidos. Os principais materiais recolhidos na residência reúnem:

  • Dispositivos Retidos: Exatas 2.131 unidades de cigarros eletrônicos prontos para comercialização;
  • Equipamento de Venda: Uma máquina de cartão de crédito utilizada nas transações comerciais;
  • Logística e Distribuição: Caixas organizadas para o abastecimento de pontos de venda locais;
  • Prejuízo Estimado: Desfalque de aproximadamente R$ 300 mil ao caixa do grupo criminoso.

Venda de vapes é proibida pela Anvisa e suspeitos responderão por contrabando

Ao serem questionados pelos policiais da Força Tática, os três jovens admitiram que realizavam o comércio e a entrega dos cigarros eletrônicos no município, porém, preferiram manter o silêncio sobre a identidade do fornecedor ou do verdadeiro proprietário do lote ilegal. No Brasil, a importação, a comercialização e a publicidade de qualquer dispositivo eletrônico para fumar são expressamente proibidas por resoluções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Diante do flagrante configurado, o trio recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Delegacia de Polícia Civil de Rondonópolis, juntamente com todo o material apreendido. O caso foi formalizado como crime de contrabando. A Polícia Civil assumiu as investigações para rastrear as rotas logísticas e identificar possíveis ramificações de distribuição interestadual dos produtos.

Balanço da Operação de Combate ao Contrabando Dados Técnicos e Ocorrência (2026)
Total de Dispositivos Apreendidos 2.131 unidades de cigarros eletrônicos
Unidade Policial Proponente Força Tática (4º Comando Regional da PM-MT)
Impacto Econômico Estimado R$ 300.000,00 de prejuízo ao crime organizado
Local da Prisão e Apreensão Bairro Parati, Rondonópolis (MT)
Tipificação do Crime Registrado Contrabando (Infração às normas da Anvisa)

A nova apreensão de cigarros eletrônicos em Rondonópolis acentua o cerco das agências de segurança sobre as redes de distribuição clandestina desses dispositivos, focando em desestruturar o financiamento de grupos ilegais que atuam no mercado paralelo do estado.

Fonte: cenariomt

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