O Sistema Nacional de Emprego de Mato Grosso (Sine-MT), vinculado à Setasc, abriu a semana com 2.186 vagas de trabalho em diversas áreas e níveis de escolaridade. As oportunidades estão distribuídas em 33 unidades de atendimento, reforçando a retomada das contratações em setores estratégicos da economia mato-grossense.
O sistema de intermediação de mão de obra do governo estadual também mantém o foco na inclusão, com vagas exclusivas para Pessoas com Deficiência (PCD). Como o fluxo de contratações é dinâmico, as vagas são atualizadas diariamente e podem ser preenchidas conforme a demanda das empresas.
Cidades com Maior Oferta
A distribuição das vagas reflete a força da agroindústria e da construção civil no interior. Confira os municípios que concentram o maior volume de oportunidades:
- Sinop: 291 vagas;
- Primavera do Leste: 273 vagas;
- Cáceres: 180 vagas;
- Diamantino: 157 vagas;
- Sorriso: 117 vagas;
- Juína: 112 vagas;
- Barra do Garças: 109 vagas.
Na região metropolitana, Cuiabá e Várzea Grande somam 311 oportunidades, com destaque para postos de atendimento no Ganha Tempo (CPA I, Ipiranga e Cristo Rei) e no Várzea Grande Shopping.
Profissões em Alta
De acordo com o levantamento do Sine-MT, as funções ligadas à produção, logística e vendas dominam o mercado nesta semana. As áreas com maior procura por profissionais são:
| Área / Função | Setor Relacionado |
|---|---|
| Auxiliar de Linha de Produção | Agroindústria |
| Servente de Obras | Construção Civil |
| Classificador de Grãos / Op. de Máquinas | Agronegócio |
| Motorista Carreteiro / Aux. de Logística | Transporte e Logística |
Como se candidatar
Os interessados devem comparecer a uma unidade do Sine-MT portando documentos pessoais (RG e CPF) e um currículo atualizado. É importante lembrar que o encaminhamento para as entrevistas depende do perfil exigido pela empresa contratante e da disponibilidade imediata da vaga.
O grande número de vagas no interior reforça que o “pleno emprego” em Mato Grosso é puxado pelo agro, mas a mão de obra qualificada ainda é um gargalo. Você acredita que a dificuldade de preencher essas vagas se deve à falta de cursos técnicos específicos ou os salários oferecidos já não acompanham mais o alto custo de vida nas cidades do agronegócio? Deixe sua opinião nos comentários.
Fonte: cenariomt




