Cenário Agro

Pulgão no Milho: Saiba como combater e evitar redução de até 60% na produtividade em Mato Grosso

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2026

Praga silenciosa avança rápido com o tempo quente e seco no estado. Especialistas alertam para a necessidade de monitoramento rigoroso desde a fase vegetativa para evitar perdas severas.

O pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) tornou-se uma das principais preocupações para os produtores de Mato Grosso nesta safra. De forma silenciosa, a praga se instala nas folhas e, sob condições de calor intenso e irregularidade de chuvas — comuns no Cerrado —, multiplica-se rapidamente. Segundo a Embrapa, se não houver controle, o prejuízo pode chegar a 60% da produtividade total da lavoura.

O inseto atua sugando a seiva das plantas, retirando nutrientes vitais e enfraquecendo o desenvolvimento do milho ainda na fase vegetativa. Além do dano direto, o pulgão excreta uma substância pegajosa que favorece o surgimento da fumagina, um fungo escuro que impede a fotossíntese. Para entender como o manejo integrado impacta a rentabilidade do produtor, acompanhe nossa editoria de agro em Mato Grosso.

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Especialistas da ORÍGEO destacam que o monitoramento deve ser constante. Quando o produtor percebe manchas amareladas (clorose) ou o aspecto murcho das folhas, a infestação já pode estar em nível crítico. A utilização de inseticidas sistêmicos no início do ataque é a estratégia mais eficaz para conter o avanço e garantir que a planta aproveite ao máximo a luz solar e os nutrientes do solo mato-grossense.

Sinais de alerta: como identificar o pulgão precocemente

O sucesso do combate depende da rapidez na identificação. Fique atento aos seguintes sinais na sua lavoura:

  • Pontos Escuros: Pequenas colônias concentradas no cartucho ou nas folhas mais novas.
  • Clorose: Folhas perdendo o verde intenso e tornando-se amareladas.
  • Fumagina: Surgimento de uma camada de pó preto sobre a superfície foliar.
  • Murcha: Redução do vigor da planta mesmo com umidade disponível no solo.

Dica Técnica: O uso de soluções como o inseticida Sperto ajuda no controle rápido por contato e ingestão, protegendo a planta de dentro para fora graças ao seu efeito sistêmico, essencial em regiões de alta pressão da praga.

Impacto do Pulgão no Desenvolvimento do Milho

Fase do Ataque Sintoma na Planta Risco de Perda
Vegetativa (V3-V8) Sucção de seiva e encarquilhamento Até 60%
Pré-pendoamento Fumagina e bloqueio de luz Moderado a Alto
Enchimento de Grãos Grãos mal formados e chochos Baixo a Moderado

Checklist de manejo para o produtor de Mato Grosso

  • 1) Caminhamento: Vistorie a lavoura pelo menos duas vezes por semana.
  • 2) Clima: Redobre a atenção em períodos de veranico (falta de chuva) e calor acima de 30°C.
  • 3) Aplicação: Utilize bicos adequados para garantir que o produto atinja o alvo (interior do cartucho).
  • 4) Sustentabilidade: Adote a gestão integrada para equilibrar rentabilidade e preservação do solo.

Impacto Econômico: A perda de produtividade por pragas afeta diretamente o PIB do estado e a rentabilidade líquida do agricultor na economia de Mato Grosso.

Antecipação evita prejuízos severos

O pulgão-do-milho não perdoa o atraso no manejo. Em Mato Grosso, a agilidade na tomada de decisão é o que separa uma colheita recorde de um prejuízo amargo. Com o apoio de equipes técnicas qualificadas e produtos de alta performance, o agricultor pode proteger seu investimento. Para continuar acompanhando alertas fitossanitários e as tendências de mercado de Lucas do Rio Verde e região, continue ligado no CenárioMT.

DISPONÍVEL
Mato Grosso
0,00
Alta Floresta
0,00
Alto Araguaia
0,00
Alto Garças
0,00
Campo Novo do Parecis
0,00
Campo Verde
0,00
Campos de Júlio
0,00
Canarana
0,00
Diamantino
0,00
Ipiranga do Norte
0,00
Lucas do Rio Verde
0,00
Matupá
0,00
Nova Mutum
0,00
Nova Ubiratã
0,00
Porto dos Gaúchos
0,00
Primavera do Leste
0,00
Querência
0,00
Rondonópolis
0,00
Sapezal
0,00
Sinop
0,00
Sorriso
0,00
Tangará da Serra
0,00
Vila Rica
0,00
EXPORTAÇÃO JUL/2026
Mato Grosso
36,37
-2,89
Alta Floresta
29,03
-3,59
Alto Araguaia
45,28
-2,33
Campo Novo do Parecis
36,35
-2,89
Campo Verde
39,99
-2,64
Campos de Júlio
33,99
-3,07
Canarana
37,05
-2,84
Diamantino
36,04
-2,90
Ipiranga do Norte
33,74
-3,11
Lucas do Rio Verde
35,84
-2,94
Nova Mutum
35,12
-2,99
Nova Ubiratã
34,00
-3,07
Porto dos Gaúchos
46,90
-2,25
Primavera do Leste
40,01
-2,63
Querência
35,30
-2,97
Rondonópolis
41,78
-2,52
Sapezal
34,81
-3,02
Sinop
33,67
-3,11
Sorriso
34,91
-3,01
Tangará da Serra
35,42
-2,95
Vila Rica
42,93
-2,45
FRETE GRÃOS
Campo Novo do Parecis – Paranaguá
490,00
0,55
Campo Novo do Parecis – Porto Velho
280,00
-1,75
Campo Novo do Parecis – Rondonópolis
180,84
-1,35
Campo Novo do Parecis – Santos
496,27
-2,86
Campo Verde – Alto Taquari
0,00
Campo Verde – Paranaguá
418,67
0,65
Campo Verde – Rio Verde
0,00
Campo Verde – Rondonópolis
87,76
2,33
Campo Verde – Santos
423,77
-0,26
Canarana – Alto Araguaia
190,00
0,00
Canarana – Paranaguá
453,34
-1,54
Canarana – Santos
480,22
0,42
Canarana – Uberlândia
293,50
-3,38
Diamantino – Alto Taquari
0,00
Diamantino – Paranaguá
456,81
-2,33
Diamantino – Rondonópolis
154,71
-3,39
Diamantino – Santos
479,11
-2,22
Rondonópolis – Alto Taquari
0,00
Rondonópolis – Maringá
0,00
Rondonópolis – Paranaguá
387,60
-0,19
Rondonópolis – Santos
402,58
0,04
Sapezal – Porto Velho
0,00
Sorriso – Alto Taquari
0,00
Sorriso – Cuiabá
128,50
-2,27
Sorriso – Miritituba
306,67
-2,97
Sorriso – Paranaguá
486,08
-0,56
Sorriso – Rondonópolis
172,76
-2,27
Sorriso – Santos
501,43
-0,89
SEMEADURA 25/26
Mato Grosso
100,00
0,80
Centro-Sul
100,00
1,41
Médio-Norte
100,00
0,00
Nordeste
100,00
1,15
Noroeste
100,00
0,00
Norte
100,00
0,00
Oeste
100,00
0,77
Sudeste
100,00
3,02
COLHEITA 24/25
Mato Grosso
100,00
0,29
Centro-Sul
100,00
0,04
Médio-Norte
100,00
0,00
Nordeste
100,00
0,00
Noroeste
100,00
0,00
Norte
100,00
0,00
Oeste
100,00
0,19
Sudeste
100,00
1,85
COMERCIALIZAÇÃO 24/25
Mato Grosso
98,99
2,72
Centro-Sul
98,32
1,83
Médio-Norte
99,28
2,58
Nordeste
98,00
1,53
Noroeste
99,01
2,53
Norte
99,82
4,63
Oeste
99,12
0,85
Sudeste
99,00
4,64
COMERCIALIZAÇÃO 25/26
Mato Grosso
40,76
5,35
Centro-Sul
38,91
3,00
Médio-Norte
41,65
5,38
Nordeste
40,91
6,84
Noroeste
42,48
4,51
Norte
44,59
5,57
Oeste
40,47
3,82
Sudeste
35,87
5,69
PREÇO MENSAL 24/25
Mato Grosso
45,25
-1,24
Centro-Sul
44,06
0,35
Médio-Norte
44,54
-3,01
Nordeste
43,49
-1,10
Noroeste
44,40
7,81
Norte
44,04
-1,89
Oeste
41,39
2,69
Sudeste
48,28
2,06
PREÇO MENSAL 25/26
Mato Grosso
43,48
-4,36
Centro-Sul
43,79
-0,93
Médio-Norte
44,55
-1,55
Nordeste
40,15
-5,30
Noroeste
42,70
-0,74
Norte
44,01
1,02
Oeste
45,00
2,54
Sudeste
38,61
-20,89
ÁREA 25/26
Mato Grosso
7.392.353,37
0,00
Centro-Sul
461.811,15
0,00
Médio-Norte
2.628.128,06
0,00
Nordeste
1.315.462,24
0,00
Noroeste
687.045,85
0,00
Norte
668.827,56
0,00
Oeste
518.752,80
0,00
Sudeste
1.112.325,71
0,00
PRODUTIVIDADE 25/26
Mato Grosso
118,71
1,81
Centro-Sul
116,79
2,75
Médio-Norte
122,28
0,53
Nordeste
114,83
4,32
Noroeste
120,31
3,79
Norte
116,52
2,38
Oeste
120,03
-0,13
Sudeste
115,37
1,10
PRODUÇÃO 25/26
Mato Grosso
52.653.293,03
1,81
Centro-Sul
3.236.090,52
2,75
Médio-Norte
19.282.451,13
0,53
Nordeste
9.063.208,08
4,32
Noroeste
4.959.675,99
3,80
Norte
4.676.071,31
2,39
Oeste
3.735.935,16
-0,13
Sudeste
7.699.860,85
1,10

Fonte: cenariomt

Sobre o autor

Redação

Estamos empenhados em estabelecer uma comunidade ativa e solidária que possa impulsionar mudanças positivas na sociedade.