Segundo Mauro, a tendência segue o histórico político brasileiro de alianças múltiplas. “Ele deve, provavelmente, ter palanques abertos. Não se ganha sozinho, não se governa sozinho”, afirmou.
No cenário local, o senador Wellington Fagundes (PL) aparece como um dos apoiadores do projeto presidencial dentro do partido. Já no grupo político de Mauro, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que deve disputar a reeleição, também tem sinalizado alinhamento ao nome de Flávio.
Além disso, a deputada estadual Janaina Riva (MDB) é apontada como possível candidata ao Senado, em uma articulação que também pode envolver apoio ao presidenciável.
Mauro afirmou que o grupo político ao qual pertence pretende atuar na construção de apoio no estado. “Tenho convicção de que nós podemos, junto com o Otaviano Pivetta, construir para o Flávio aqui uma vitória”, disse.
O ex-governador também comentou o papel de Flávio no cenário político nacional, ao citar a influência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, o senador herda um espaço consolidado no campo da direita e tem potencial de ampliar apoios.
Mauro defendeu que a campanha deve buscar diálogo com eleitores indecisos, destacando que o cenário nacional permanece dividido. “Existe um percentual que ainda está analisando para tomar a sua decisão. A campanha tem que ser feita com construção e argumentos”, afirmou.
O ex-governador permanece em Sinop até esta quarta-feira (22), quando Flávio Bolsonaro é esperado no evento. A Show Safra reúne lideranças do agronegócio e tem sido utilizada como espaço de articulação política no estado.
Fonte: Olhar Direto





