A principal novidade do Galaxy S26 Ultra, que está sendo lançado pela Samsung, é um recurso chamado “Tela de Privacidade”: quando acionado, ele promete dificultar ou impedir que as pessoas ao seu redor enxerguem o que você está vendo na tela. Ele realmente funciona: conseguiu, ao longo de uma semana de testes, esconder o conteúdo da tela a partir de vários ângulos de visualização e em condições diversas de luz. Mas não é milagroso, e causa um efeito colateral importante em seu modo mais intenso.

O recurso usa uma nova arquitetura de tela, que combina dois tipos de pixel (veja acima). Ela tem “pixels largos”, que projetam luz num ângulo mais aberto, como nas telas comuns. E também, eis a novidade, “pixels estreitos”, que só emitem luz para a frente. Quando o modo de privacidade é acionado, a tela apaga os pixels largos e deixa acesos só os pixels estreitos. Dessa forma, a tela só emite luz para a frente – dificultando, ou impedindo, que pessoas dos lados ou acima de você enxerguem a imagem.
O modo de privacidade tem dois níveis. O modo padrão não afeta muito a qualidade de imagem (dá para deixá-lo ativo o tempo todo, se você quiser), mas também não oferece 100% de proteção: a pessoa do lado ainda consegue ver o conteúdo da sua tela, só que mais escuro. Ela terá dificuldade em ler as suas mensagens do WhatsApp, por exemplo, mas ainda conseguirá espiar o que você está assistindo no Instagram ou no TikTok.
Siga
Já no modo “proteção máxima”, a tela fica totalmente ilegível para as outras pessoas. Mas também há um efeito colateral: nesse modo, o contraste da imagem cai drasticamente. Não é um problema em apps bancários, por exemplo, mas prejudica muito o uso dos demais. Na prática, não dá para usar a proteção máxima o tempo todo.
Mas você não precisa fazer isso. É possível programar o modo de privacidade para que ele seja automaticamente ativado em certos apps (como bancos e WhatsApp), mas fique desativado nos demais. Ele também pode proteger apenas as notificações, por exemplo. Isso é bem prático e fácil de configurar. Só ficou faltando uma opção: seria interessante poder programar, também, os níveis de proteção (deixar o modo padrão setado para alguns apps, e o modo máximo para bancos e WhatsApp).
Como diminuir o seu tempo de tela
A nova tecnologia de tela da Samsung vem sendo alvo de polêmicas online, com algumas pessoas dizendo que ela dá mais reflexos ou prejudica a qualidade de imagem, mesmo quando o modo de privacidade está desligado. Nos nossos testes, isso não aconteceu: a tela do S26 Ultra (uma OLED de 6,9″) nos pareceu normal, dentro do esperado. Ela é ótima.
A única coisa diferente foi que, mesmo configurada para o modo de cor “Vívido”, a tela estava bem menos saturada do que o usual. Descobri um submenu, dentro desse item, e vi que ele estava a apenas 50%. Colocando no máximo, as cores voltaram à saturação esperada.

O outro eixo de novidades do S26 Ultra está nos recursos de inteligência artificial. Dois deles, a IA agêntica e o Now nudge, são especialmente interessantes. A IA agêntica, grande aposta da indústria de tecnologia para 2026, é capaz de executar ações para o usuário (daí o nome). No S26 Ultra, ela vem integrada ao assistente pessoal Bixby, que agora roda o algoritmo do serviço de IA Perplexity e também é capaz de fazer algumas coisas. Ao apresentar o aparelho, a Samsung deu um exemplo: pedir Uber.
Você diz “Me chama um Uber para o endereço X?” e o Bixby faz o resto, abrindo o aplicativo do Uber e dando os cliques necessários. Nos nossos testes, isso funcionou corretamente, com um porém: a IA perguntou “De onde você quer que o Uber te pegue?”. Ela deveria saber, pelo GPS do telefone (a que o próprio app do Uber também tem acesso).
Tentei pedir comida no iFood pelo Bixby, mas não deu certo – provavelmente a função ainda não foi implementada pela Samsung. A IA agêntica não é uma tecnologia “mágica”. Para que ela funcione bem, as conexões com os apps e as sequências de cliques têm de ser programadas e testadas pelas empresas de tecnologia.

O recurso Now nudge monitora o que você está fazendo no celular, e mostra informações úteis para ajudar. Se você estiver no WhatsApp, por exemplo, e outra pessoa perguntar “você está livre no dia X?”, o sistema mostra um balãozinho com a sua agenda para aquela data – ou um atalho para você adicionar o convite a ela.
Nos nossos testes, funcionou. Porém, a função falhou em outro exemplo citado pela Samsung: o Now nudge não entrou em ação quando recebi, pelo WhatsApp, a mensagem “me manda as fotos de ontem?” (fazendo a pergunta com o nome de um álbum ou lugar, também não).
Assim como a IA agêntica, o Now nudge depende de trabalho humano: precisa ir sendo ampliado, testado e aperfeiçoado por programadores. Mas as duas tecnologias têm muito potencial. Podem mudar bastante a maneira de usar o smartphone nos próximos anos.
Outra boa novidade envolvendo IA é que, agora, dá para editar as fotos com comandos de texto. Você pode dizer, por exemplo, “deixe o céu azul”. A IA edita a foto, geralmente com bons resultados. Não é nada que não possa ser feito online em IAs como o Gemini. Mas é muito mais prático ter isso embutido no próprio celular.
Afora essas coisas, o S26 Ultra é o mesmo flagship de sempre: ótima construção (com cantos mais arredondados do que o S25), câmeras excelentes, bateria apenas ok – a Samsung manteve a capacidade de 5.000 mAh, bem menos do que os smartphones chineses com baterias de silício-carbono (6.500 a 7.000 mAh).
Não é o fim do mundo: dá para 9 a 10 horas de tela acesa, ou quase o dobro se você ativar os recursos de economia de energia. Eles não afetam muito a performance do aparelho – que, graças ao chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy e aos 16 GB de RAM, continua superveloz.
O Galaxy S26 Ultra é um avanço considerável, e desejável, em relação ao antecessor. A Tela de Privacidade é eficaz e bem implementada, e as novas funções de IA são úteis e promissoras. Cabe à Samsung continuar investindo nelas, adicionando novas respostas ao Now nudge e acrescentando rotinas à IA agêntica, por meio de atualizações da interface One UI.
Se ela fizer isso, poderá consolidar uma vantagem importante em relação à Apple – que ainda não entregou tudo o que prometeu ao apresentar a plataforma Apple Intelligence, em 2024. Mas está trabalhando nisso, e recentemente ganhou um reforço de peso (em janeiro, ela anunciou um acordo com o Google para usar o Gemini como cérebro de sua IA).
O S26 Ultra é bem caro: está em pré-venda, no site da Samsung, por R$ 11.499 (à vista, R$ 10.349) pela versão de 512 GB. Mas esse preço tende a cair bastante com o tempo – o modelo anterior, S25 Ultra, já pode ser encontrado por R$ 6 mil no varejo brasileiro.
(function() {
‘use strict’;
var playersData = [{“container_id”:”dailymotion-player-489705-0″,”type”:”video”,”id”:”xa1fhsk”,”player_id”:”x1iumm”,”source_playlist”:”xbdhda”}];
var libraryPlayerId = “x1iumm”;
/**
* Sanitiza texto para uso em keyvalues do GAM via Dailymotion customConfig.
* Replica a lógica de String.prototype.sanitize() do abrad.js:
* – Lowercase
* – Remoção de acentuação
* – Remoção de caracteres especiais
* – Normalização de espaços
*/
function sanitizeText(text) {
if (!text || typeof text !== ‘string’) return ”;
var str = text.toLowerCase();
// Decompõe caracteres acentuados (NFD) e remove os diacríticos (U+0300–U+036F)
// Cobre todos os casos: à á â ã ä å é ê è ë í ì î ï ó õ ô ò ö ú ù û ü ç ñ etc.
if (str.normalize) {
str = str.normalize(‘NFD’).replace(/[u0300-u036f]/g, ”);
}
str = str.replace(/&/g, ‘e’).replace(/&/g, ‘e’);
str = str.replace(/[$%@#()+*!> 0) {
editoria = sanitizeText(cd.editoria[0]).replace(/s/g, ‘-‘);
} else if (cd.editoria && typeof cd.editoria === ‘string’) {
editoria = sanitizeText(cd.editoria).replace(/s/g, ‘-‘);
}
// tags (keyvalue GAM): lê de cd.keywords (string CSV), NÃO de cd.tag (editorias).
// cd.keywords vem como string separada por vírgulas, podendo conter rn e itens vazios.
// Ex: “um,filme,,sa,vida,passa,,sa,cabeça,quando,morremos?rn,mundo,estranho”
var tags = ”;
if (cd.keywords && typeof cd.keywords === ‘string’) {
// Normaliza quebras de linha para vírgula antes de fazer o split
var rawKeywords = cd.keywords.replace(/[rn]+/g, ‘,’);
var keywordsArray = rawKeywords.split(‘,’);
var sanitizedTags = [];
for (var i = 0; i < keywordsArray.length; i++) {
var t = sanitizeText(keywordsArray[i]).replace(/s/g, '-');
if (t) sanitizedTags.push(t);
}
tags = sanitizedTags.join(',');
}
// tipo_pagina: sanitizado, sem espaços
var tipoPagina = sanitizeText(cd['tipo-pagina'] || '').replace(/s/g, '-');
// marca_canal = marca/editoria
var marcaCanal = editoria ? marca + '/' + editoria : marca;
// Montar keyvalues (somente chaves com valor)
var keyvalues = '';
if (marcaCanal) keyvalues += 'marca_canal=' + marcaCanal;
if (tags) keyvalues += '&tags=' + tags;
if (tipoPagina) keyvalues += '&tipo_pagina=' + tipoPagina;
if (!keyvalues) return null;
return {
dynamiciu: '/9287/' + marca + '/instream_broadcast',
keyvalues: keyvalues
};
}
function createDailymotionPlayers() {
if (typeof dailymotion === 'undefined') {
return false;
}
var customConfig = buildCustomConfig();
playersData.forEach(function(playerData) {
var config = {
params: {
mute: true
}
};
// Injetar customConfig para GAM targeting
if (customConfig) {
config.params.customConfig = customConfig;
}
if (playerData.type === 'video') {
config.video = playerData.id;
} else if (playerData.type === 'playlist') {
config.playlist = playerData.id;
}
if (playerData.player_id && playerData.player_id !== libraryPlayerId && playerData.player_id !== 'default' && playerData.player_id !== null) {
config.player = playerData.player_id;
}
dailymotion.createPlayer(playerData.container_id, config)
.then(function(player) {
var container = document.getElementById(playerData.container_id);
if (container) {
var iframe = container.querySelector('iframe');
if (iframe) {
iframe.setAttribute('loading', 'lazy');
}
}
})
.catch(function(error) {});
});
return true;
}
var retryCount = 0;
var maxRetries = 20;
function tryCreatePlayers() {
if (createDailymotionPlayers()) {
return;
}
retryCount++;
if (retryCount < maxRetries) {
setTimeout(tryCreatePlayers, 200);
}
}
if (document.readyState === 'loading') {
document.addEventListener('DOMContentLoaded', tryCreatePlayers);
} else {
tryCreatePlayers();
}
})();
Fonte: abril






