Um celular extraviado em novembro de 2025 voltou às mãos da polícia nesta semana, em Barra do Garças. A recuperação foi realizada pela Polícia Civil, por meio da 2ª Delegacia de Polícia do município, após uma sequência de diligências que permitiram rastrear o paradeiro do aparelho.
O caso teve início com o registro formal da ocorrência, o que deu base para a abertura das investigações. A partir daí, os policiais passaram a reunir informações técnicas e realizar levantamentos que levaram à identificação do possível local onde o celular estava. Com os dados consolidados, a equipe adotou as providências necessárias e conseguiu localizar o bem.
De acordo com a própria Polícia Civil de Mato Grosso, a atuação foi conduzida pela unidade responsável pela área, que assumiu o caso logo após a comunicação do extravio. O trabalho incluiu análise de informações e diligências direcionadas, estratégia comum em ocorrências que envolvem dispositivos eletrônicos.
O aparelho foi apreendido e encaminhado à sede da delegacia. Agora, seguem os trâmites internos para que o objeto seja formalmente restituído ao legítimo proprietário. A devolução depende da adoção das medidas legais previstas, procedimento padrão em situações desse tipo.
Apesar da recuperação do celular, o inquérito não está encerrado. As investigações continuam com o objetivo de identificar e responsabilizar o autor dos fatos. A apuração busca esclarecer como o aparelho foi parar em posse de terceiros e se houve eventual prática de crime relacionada ao caso.
A orientação das autoridades é que vítimas de extravio ou furto registrem a ocorrência o quanto antes. O registro formal é o ponto de partida para qualquer diligência policial e permite que a equipe atue com base legal e técnica. Neste caso específico, segundo informações repassadas pela Polícia Civil, a comunicação rápida foi fundamental para direcionar as buscas e possibilitar a recuperação do bem.
Com o aparelho já sob custódia da unidade policial, os próximos passos envolvem a conclusão das diligências e a adoção das medidas cabíveis para responsabilização do envolvido. A restituição ao proprietário deve ocorrer após a finalização dos procedimentos legais, conforme informou a própria corporação.
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Fonte: cenariomt






