Uma mulher ficou ferida após ser agredida pelo próprio irmão na tarde deste domingo, no bairro Coophalis, em Rondonópolis, no Mato Grosso. A agressão ocorreu dentro da residência da vítima e resultou em fratura no punho esquerdo, conforme atendimento médico.
O caso foi registrado como lesão corporal no contexto de violência doméstica. A vítima precisou de cuidados no Hospital Regional, onde permaneceu em observação após dar entrada com ferimentos provocados por agressão familiar.
De acordo com informações da Polícia Militar, a guarnição foi acionada por uma assistente social da unidade hospitalar, que relatou a chegada da mulher com lesões compatíveis com agressão. A solicitação partiu do próprio hospital, após a confirmação do quadro clínico.
No atendimento, a vítima contou que estava em casa ingerindo bebida alcoólica junto com o irmão quando, por motivo considerado fútil, houve o ataque. Segundo o relato, o agressor desferiu uma paulada que atingiu diretamente o punho esquerdo, causando a fratura.
A narrativa levanta uma pergunta incômoda, comum em ocorrências desse tipo: como uma discussão doméstica evolui para violência física grave dentro do próprio lar? Em situações assim, o consumo de álcool costuma aparecer como elemento presente, embora não justifique o crime.
Após colher as informações no hospital, os policiais realizaram rondas no endereço indicado pela vítima. O objetivo era localizar o suspeito ainda na região, mas ele não foi encontrado durante as diligências.
Diante da ausência do agressor, o boletim de ocorrência foi confeccionado e encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Rondonópolis. O registro formaliza a denúncia e permite a adoção das medidas legais cabíveis.
Investigação e enquadramento legal
A apuração do caso ficará sob responsabilidade da Polícia Civil. A agressão se enquadra como lesão corporal no âmbito da violência doméstica, situação que pode atrair a aplicação da Lei Maria da Penha, dependendo do avanço das investigações e da representação da vítima.
Casos envolvendo agressões entre familiares exigem atenção redobrada das autoridades, tanto para responsabilização do agressor quanto para a proteção da vítima. Medidas protetivas podem ser solicitadas ao Judiciário, caso haja risco de novas agressões.
Próximos passos
Com o registro concluído, a Polícia Civil deve ouvir a vítima formalmente e tentar localizar o investigado para prestar esclarecimentos. Testemunhas e laudos médicos também podem ser anexados ao inquérito para esclarecer a dinâmica dos fatos.
As informações iniciais foram repassadas pela Polícia Militar, que atendeu a ocorrência e realizou as primeiras buscas. O caso segue em apuração, e novos desdobramentos podem ocorrer conforme o avanço das investigações.
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Fonte: cenariomt






