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Vitamina que retarda o envelhecimento: o segredo do ouro da juventude

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Conhecida popularmente como o “ouro da juventude”, a vitamina E voltou a ganhar destaque por seus benefícios ao organismo humano. O nutriente contribui para a saúde do sangue, do cérebro e da pele.

A vitamina E tem ação antioxidante, ajudando a proteger as células contra os radicais livres, moléculas instáveis associadas ao envelhecimento precoce e ao desenvolvimento de diversas doenças.

Foi o quinto nutriente descoberto e recebe o nome científico de tocoferol, termo derivado do grego tokos (nascimento) e pherein (trazer), em referência ao seu papel essencial no desenvolvimento normal do feto e das crianças.

Presente naturalmente em vários alimentos, a vitamina E atua neutralizando os radicais livres, que ao longo do tempo podem comprometer a integridade das células.

Por sua atividade antioxidante, o nutriente é associado à prevenção da aterosclerose, das doenças cardiovasculares, ao proteger as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) da oxidação, e também é alvo de estudos relacionados à prevenção do câncer.

Um estudo publicado na revista científica Ageing Research Reviews aponta que níveis adequados de vitamina E estão associados ao melhor funcionamento dos vasos sanguíneos e à proteção das células da pele, o que ajuda a explicar o interesse crescente do nutriente em pesquisas sobre envelhecimento saudável.

Além disso, seus compostos auxiliam na saúde da pele ao favorecer a circulação sanguínea, promovendo a dilatação dos vasos e reduzindo a formação de coágulos em seu interior.

A substância também desempenha papel importante na prevenção da trombose. Por outro lado, a deficiência do nutriente pode provocar dor nos nervos (neuropatia) e danos à retina (retinopatia).

Como obter vitamina E?

As vitaminas, incluindo a vitamina E, podem ser obtidas principalmente por meio de uma alimentação equilibrada, com alimentos de origem vegetal e animal.

Em alguns casos, também podem ser consumidas por meio de suplementos, sempre com orientação profissional.

As principais fontes alimentares incluem:

  • Óleos vegetais (girassol, gérmen de trigo, milho e soja);
  • Sementes (girassol, amêndoas, avelãs);
  • Nozes e outros frutos secos;
  • Cereais integrais;
  • Vegetais folhosos verdes, como espinafre e brócolis;
  • Frutas como abacate e manga;
  • Gema de ovo.

Entre as melhores fontes estão as sementes de girassol, os óleos vegetais e as amêndoas.

A vitamina E pode ser prejudicial?

De acordo com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, o consumo de vitamina E por meio dos alimentos não representa risco à saúde. No entanto, o uso excessivo de suplementos pode ser prejudicial.

Doses elevadas de vitamina E na forma de suplemento podem aumentar o risco de sangramentos, ao reduzir a capacidade de coagulação do sangue, além de elevar o risco de hemorragia cerebral.

Por esse motivo, o limite máximo recomendado para adultos é de 1.000 mg por dia, tanto para a vitamina E natural quanto para a sintética.

Fonte: primeirapagina

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