O Hospital Central, administrado pelo Hospital Israelita Albert Einstein em Cuiabá, iniciou atendimento nesta segunda-feira (19) de forma gradual, com as especialidades de pediatria e neurologia. A unidade deve incorporar uma nova área a cada mês até alcançar a capacidade plena prevista para abril. A informação é do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, durante entrevista à TV Centro América.
“É um hospital que entra em operação em quatro etapas. A quarta etapa acontece no mês de abril, portanto, a cada dia 19, entram novas especialidades até que abril ele esteja na sua capacidade, atendendo a todas as especialidades previstas para esse hospital”, afirmou.
Nesta primeira etapa, os atendimentos contam com as especialidades de urologia e pediatria. Segundo o secretário, os pacientes passam por consultas, exames clínicos e de imagem, em preparação para possíveis procedimentos cirúrgicos na unidade.
“Os pacientes passam por um sistema de triagem que começa nas unidades de pronto atendimento dos municípios, nos hospitais. Quando um paciente é internado, e aí ele é transferido para ser atendido aqui”, disse o secretário.
Atividade de praxe
Antes do início das atividades, o hospital passou por um processo de desinfecção. A medida, conforme explicou o gestor, é protocolar e foi adotada após o prédio receber mais de cinco mil visitantes nos últimos dias, como forma de reduzir riscos de contaminação.
O acesso aos atendimentos ocorre exclusivamente por meio da regulação do Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes precisam estar cadastrados na fila de regulação, e o agendamento é feito pela equipe do Complexo Regulador, que entra em contato diretamente com cada pessoa chamada para atendimento. Não é possível procurar o hospital por demanda espontânea.
Um dos desafios enfrentados neste início, segundo o secretário, é a dificuldade de localizar pacientes para agendamento. De um grupo inicial de 300 pessoas selecionadas, a taxa de sucesso nos contatos foi inferior ao esperado.
“A taxa de sucesso foi de 70 pacientes. Então, assim, menos de 50% de efetividade quando a gente busca localizar o paciente. Por isso, é importante frisar todos que atualizem os dados cadastrais do cartão SUS, afirmou.
Fonte: primeirapagina






