As astronautas Sunita Williams e Butch Wilmore, agradeceram ao presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, e ao proprietário da SpaceX, Elon Musk, pela ajuda em trazê-los de volta da . Eles retornaram à Terra no último dia 19, depois de permanecerem 286 dias na estação, de maneira prolongada, por causa de uma falha na nave espacial Boeing Starliner.
Em entrevista ao programa America’s Newsroon, da Fox News, eles elogiaram os dois pelo que consideram um apoio contínuo ao programa de aviação espacial dos EUA. “Eu respeito, confio e sou grato a ambos”, afirmou Sonny. “Eles têm sido parte fundamental de nossa jornada no espaço, e sua liderança e envolvimento são essenciais para o futuro do nosso país no setor espacial.”
A missão foi marcada por uma série de desafios, mas os astronautas preferiram ressaltar o impacto do programa de voos espaciais humanos para a nação. “Ver nossos líderes nacionais tomando um papel ativo neste processo foi refrescante e empoderador”, disse Butch. “Isso é importante não apenas para nós, mas para todo o mundo, pois mostra a capacidade dos EUA de realizar feitos tão complexos.”
O plano inicial era de que a missão, organizada pela , durasse oito dias. Mas os astronautas foram surpreendidos pela necessidade de permanecer no espaço por um período muito mais longo. “Nós nos preparávamos para um voo curto, mas treinamos para tudo”, explicou Sony. “Manutenção na estação, experimentos científicos, caminhadas espaciais, e mais. Fomos treinados para as contingências, e essa preparação foi crucial.”
Retorno dos astronautas
Quando questionados sobre a difícil adaptação à situação, especialmente ao descobrirem que não retornariam conforme o planejado, ambos ressaltaram que o momento exigiu calma e foco. “Nós sabemos que isso faz parte do trabalho”, disse Butch. “Não é sobre nossas emoções, é sobre cumprir o que o nosso país precisa de nós. Claro que houve momentos de saudade, mas essa missão é maior do que nós mesmos.”
A frieza, no entanto, deu espaço para a emoção no momento do retorno à Terra, o mais aguardado. “Quando os paraquedas abriram, não há sensação melhor”, disse Sonny, com um sorriso. “Estávamos a 17,5 mil milhas por hora, em uma cápsula passando por uma bola de plasma a 3.000 graus Fahrenheit. É uma experiência única. E quando finalmente tocamos o solo, foi um grande alívio e orgulho nacional.”
Fonte: revistaoeste