Desde 17 de outubro de 2024, o ministro do (STF) Luiz Fux começou a divulgar sua agenda de, ao menos, alguns compromissos, no site do tribunal. A divulgação inclui participações em sessões plenárias e eventos externos, como cerimônias e recepções de homenagens.
Com esta ação, Fux se junta a outros quatro juĂzes que já compartilham suas agendas: Edson Fachin, Carmen LĂşcia, Cristiano Zanin e o presidente do STF, LuĂs Roberto Barroso. No entanto, Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Nunes Marques, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e AndrĂ© Mendonça mantĂŞm suas atividades sob sigilo.

O Supremo Tribunal Federal esclarece que não há uma exigência legal para a divulgação das agendas. Dessa forma, fica a critério de cada ministro decidir sobre a transparência de suas atividades. A segurança pessoal é uma das preocupações mencionadas por aqueles que optam por não divulgar suas rotinas.
Em 2024, o tribunal enfrentou crĂticas pela falta de transparĂŞncia em encontros com empresários e polĂticos, tanto no Brasil quanto no exterior. Muitos ministros justificam a falta de divulgação em razĂŁo ameaças, sem especificar detalhes sobre a origem dessas intimidações.

Em setembro de 2025, o ministro Edson Fachin assumirá a presidĂŞncia do Supremo Tribunal Federal (STF), sucedendo o atual presidente, LuĂs Roberto Barroso; Alexandre de Moraes será o vice-presidente. Fachin, que Ă© vice-presidente desde 2023, vai liderar a Corte depois do tĂ©rmino do mandato de Barroso.
Os mandatos de Fachin e Moraes seguem atĂ© 2027. Depois desse perĂodo, pela ordem sucessĂłria, Moraes vai assumir a presidĂŞncia do STF atĂ© 2029.
A escolha do presidente é feita por votação entre os ministros, seguindo a tradição de eleger o membro mais antigo que não tenha ocupado o cargo.
O presidente do STF define a pauta do plenário, lida com tarefas administrativas e preside o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que fiscaliza o Judiciário. Esse cargo também representa o tribunal perante outros poderes e autoridades governamentais.
Fonte: revistaoeste




