“Estamos lutando pelo que é nosso direito. Precisamos do reconhecimento, por parte do governo, de que o Estado não funciona sem o servidor público. Em meio ao superendividamento provocado pelos consignados, precisamos desse recurso para equilibrar nossas finanças. Está na hora de o governo abrir a mesa de negociação com as lideranças sindicais”, afirmou a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso (FEESP-MT).
Como forma de pressionar os parlamentares, a FEESP anunciou a realização de uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (13).
Até o momento, o Palácio Paiaguás não encaminhou o projeto de lei da RGA aos deputados estaduais. A expectativa, no entanto, é de que o percentual proposto seja o mesmo da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou em 4,26% em 2025, abaixo da estimativa prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, fixada em 4,56%.
Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que, entre 2017 e 2025, a inflação acumulada foi de 57,18% pelo INPC e de 58,03% pelo IPCA. No mesmo período, os reajustes salariais concedidos aos servidores estaduais somaram apenas 32,22%.
Fonte: Olhar Direto






