“A prefeitura nĂŁo vai pagar. SĂŁo R$ 650 mil mensais que terĂamos de pagar a partir de 2025. NĂŁo faremos nenhum pagamento atĂ© tomarmos uma decisĂŁo definitiva sobre esse contrato”, declarou o prefeito.
A concessĂŁo de 30 anos firmada entre o municĂpio e a CS Mobi previa melhorias na infraestrutura do Centro HistĂłrico, promovendo acessibilidade e inovação urbana. No entanto, segundo Brunini, os avanços previstos nĂŁo ocorreram de forma satisfatĂłria. “Contratos preveem um monte de coisa, papel aceita qualquer coisa, mas na prática a gente nĂŁo tem visto essas melhorias aqui no municĂpio de Cuiabá”, criticou.
Na última quarta-feira (29), representantes da CS Mobi se reuniram com o prefeito para apresentar novas propostas, incluindo a redução dos valores cobrados da prefeitura. No entanto, a empresa sugeriu que a cobrança pelo estacionamento rotativo continue sendo feita diretamente aos motoristas, mesmo sem que a gestão municipal desembolse recursos. A proposta ainda está em análise pelo Executivo.
Outro ponto debatido foi a possibilidade de rescisão do contrato. A CS Mobi exige uma indenização de R$ 135 milhões para encerrar a concessão, valor considerado inviável pela prefeitura. “Uma das propostas é a rescisão do contrato, mas é irreal. Eles querem R$ 135 milhões, e nós não vamos pagar isso nunca. Existem cláusulas que nos permitem encerrar o contrato sem arcar com essa indenização absurda. Então, vamos aguardar e tomar a melhor decisão”, afirmou Brunini.
AtĂ© o momento, nenhuma medida definitiva foi tomada. A prefeitura segue analisando detalhadamente o contrato para garantir que nĂŁo haja prejuĂzos financeiros ao municĂpio e que a população nĂŁo seja penalizada com cobranças indevidas.
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Fonte: leiagora





