Vulcões são aberturas na crosta terrestre conectadas a câmaras profundas de magma. O magma, por sua vez, é rocha derretida que permanece quente no interior da Terra. Existem três classificações para os vulcões: ativos, dormentes e extintos.
- Ativos: São vulcões que entraram em erupção no passado recente e podem ou devem voltar a irromper no futuro próximo. Por “recente”, entende-se no Holoceno (a época geológica atual, que começou aproximadamente 11.650 anos atrás). Vulcões como Kīlauea no Havaí, Stromboli na Itália, Eyjafjallajökull na Islândia e Santiaguito, na Guatemala, se encaixam nesta descrição.
- Dormentes ou inativos: Vulcões que já não têm erupção há bastante tempo, mas sobre os quais não se descartam erupções futuras. Em 2025, o vulcão Hayli Gubbi, na Etiópia, entrou em erupção após 12 mil anos adormecido.
- Extintos: Vulcões que provavelmente nunca mais entrarão em erupção.
Por que um vulcão deixa de ser ativo e fica dormente (e, eventualmente, extinto)? A explicação resumida é: porque o magma do interior da Terra não consegue mais alcançar aquele vulcão. Isso pode acontecer por uma série de motivos.
É preciso lembrar que os vulcões estão na superfície terrestre. Portanto, eles ficam sobre as placas tectônicas, que estão sempre se movendo. Conforme esse movimento leva os vulcões para longe da coluna de magma que os alimenta, eles acabam perdendo esse fornecimento e adormecem.
Qual a função das sobrancelhas?
Os bolsões de magma, por sua vez, ficam sempre no mesmo lugar. Mesmo assim, o vulcão pode adormecer após esgotar todo o magma acumulado e ficar sem ter o que expelir. Geralmente, esse processo acontece com erupções cada vez menos frequentes, até que elas cessam completamente. É o “ciclo de vida” natural de um vulcão.
Siga
Mas o contrário também pode acontecer: um vulcão considerado extinto pode voltar à atividade. O vulcão Bezymianny, na península de Kamchatka (Rússia), era considerado extinto ou inativo antes de se reativar no século 20. Pesquisas geológicas mostram que ele ficou quieto por milhares de anos até que, depois de um período de atividade sísmica, começou a entrar em erupção em 1955-56 e continua ativo desde então.
É comum que os cientistas descubram bolsões de magma debaixo de vulcões extintos. É o caso do Taftã, no Irã, inativo há 700.000 anos, e do Uturuncu, na Bolívia, inativo há 250 mil anos. Ambos apresentaram, recentemente, sinais de atividade. Isso significa que vai haver uma erupção em breve? Não dá para ter certeza. Mas os gigantes também acordam.
(function() {
‘use strict’;
var playersData = [{“container_id”:”dailymotion-player-489387-0″,”type”:”playlist”,”id”:”xbdhda”,”player_id”:”x1iumm”}];
var libraryPlayerId = “x1iumm”;
function createDailymotionPlayers() {
if (typeof dailymotion === ‘undefined’) {
return false;
}
playersData.forEach(function(playerData) {
var config = {
params: {
mute: true
}
};
if (playerData.type === ‘video’) {
config.video = playerData.id;
} else if (playerData.type === ‘playlist’) {
config.playlist = playerData.id;
}
if (playerData.player_id && playerData.player_id !== libraryPlayerId && playerData.player_id !== ‘default’ && playerData.player_id !== null) {
config.player = playerData.player_id;
}
dailymotion.createPlayer(playerData.container_id, config)
.then(function(player) {
var container = document.getElementById(playerData.container_id);
if (container) {
var iframe = container.querySelector(‘iframe’);
if (iframe) {
iframe.setAttribute(‘loading’, ‘lazy’);
}
}
})
.catch(function(error) {});
});
return true;
}
var retryCount = 0;
var maxRetries = 20;
function tryCreatePlayers() {
if (createDailymotionPlayers()) {
return;
}
retryCount++;
if (retryCount < maxRetries) {
setTimeout(tryCreatePlayers, 200);
}
}
if (document.readyState === 'loading') {
document.addEventListener('DOMContentLoaded', tryCreatePlayers);
} else {
tryCreatePlayers();
}
})();
Fonte: abril






