A movimentação ocorre diante da expectativa do vice em assumir o comando do Palácio Paiaguás com a saída do governador Mauro Mendes (União), no início de abril, que deve renunciar ao cargo para disputar o Senado.
Segundo apurou a reportagem, Pivetta já ouviu ao menos quatro nomes da corporação: o atual delegado-geral adjunto, Rodrigo Bastos da Silva; o ex-delegado-geral Mário Demerval; o delegado da Assessoria Institucional Gianmarco Paccola Capoani; e Wylton Massao Ohara.
Durante as conversas, o vice-governador tem buscado avaliar o perfil dos candidatos e chegou a questionar diretamente o que cada um entende por Segurança Pública.
Nos bastidores, a tendência é de que o próximo secretário seja oriundo da Polícia Civil, o que marcaria uma mudança de perfil na condução da pasta. Os dois últimos titulares — Alexandre Bustamante, da Polícia Federal, e César Roveri (União), da Polícia Militar — vieram de outras forças, e a escolha de um delegado sinalizaria um novo direcionamento, um rodízio entre as instituições.
Entre os nomes avaliados, Rodrigo Bastos desponta como favorito. De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, ele teria cerca de 80% de chances de ser confirmado no cargo. Já Massao corre por fora já que recentemente assumiu o cargo de secretário-adjunto de Inteligência da Sesp, função que ele deve permanecer com Pivetta assumindo a chefia do Palácio Paiaguás.
A eventual troca ocorrerá com a saída do coronel César Roveri (União), que deve deixar o comando da Segurança Pública para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. A mudança está alinhada ao movimento político do governador Mauro Mendes, que também deve se desincompatibilizar para entrar na corrida ao Senado.
Fonte: Olhar Direto





