Â
Ao ser questionado sobre a reação negativa do público aos dois pré-candidatos ao Governo e seus propensos adversários, Pivetta evitou entrar na disputa direta, mas fez questão de se posicionar dentro do campo ideológico da direita e destacar o perfil da atual gestão estadual.
Â
“Olha, eu tenho uma boa relação com todo o pessoal dessa nova direita. Muito provavelmente eu sou um deles. Só que eu nunca me especializei nisso. Mas o que eu fiz em Lucas, na minha história de homem público, mostra claramente que eu sou a direita de resultados”, afirmou ele.
Â
Â
Pré-candidatos ao governo do Estado, Wellington e Jayme foram vaiados pelos bolsonaristas. Wellington chegou a iniciar seu discurso, mas, ao perceber as primeiras vaias, optou por encerrar rapidamente a fala e passou o microfone para sua suplente, a ex-prefeita de Sinop Rosana Martinelli (PL).
Â
Já o ex-prefeito de Várzea Grande enfrentou protestos mais intensos, com gritos de “fora”, que só cessaram após um gesto de Flávio pedindo calma ao público.
Â
Mesmo sob vaias, Jayme tentou manter o discurso e reforçou sua relação com o pré-candidato à Presidência, além de defender pautas do agronegócio, como a Ferrogrão e a duplicação da BR-163.
Â
O episódio expõe a disputa por espaço dentro da direita mato-grossense e sinaliza que o alinhamento com o bolsonarismo deve ser um fator decisivo na corrida eleitoral.
Â
“NĂłs nĂŁo sĂł apoiamos o Bolsonaro em 2018, em 2022, mas nĂłs fizemos um governo que a direita defende. Com austeridade, responsabilidade fiscal, muitos investimentos. Compartilhamos do orçamento com os municĂpios. Levamos obras e levamos serviços aonde nunca antes tinha sido levado”, disse ele reforçando a sua posição ideolĂłgica.
Â
Fonte: Olhar Direto




