Para ele, a transferência da gestão hospitalar à iniciativa privada, desde que acompanhada de controle rigoroso, é mais eficiente e econômica para o poder público.
Pivetta afirmou que a experiência do Estado com a gestão direta não foi positiva e que o modelo adotado atualmente apresenta melhores resultados.
Estado privatizar a gestão hospitalar, desde que tenha sistema, que tenha controle e tenha gente séria cuidando, é o melhor negócio. Com o controle adequado é melhor, a SES, a Secretaria de Estado de Saúde tem que se especializar em contrato, controlar contrato e cobrar serviço, nós temos uma experiência na gestão direta aí que não é das melhores, disse.
Pivetta explicou ainda que o processo de escolha das organizações passa por critérios técnicos rigorosos e levou em conta a produtividade já alcançada pelo Estado.
O governador falou na entrevista que nós, ao modelar o chamamento para escolher as OSS, primeiro passa por um critério rigoroso, a triagem para selecionar as OSS, nós pegamos com base os serviços que nós produzimos no ano passado, o custo que tivemos no ano passado, damos um desconto de 9% e aumentamos em 30% o volume de serviço, detalhou.
Segundo ele, mesmo com redução de custos, foi possível contratar instituições com ampla experiência.
Ainda assim, nós conseguimos organização social que tem credibilidade, que tem know-how, que tem experiência comprovada de outros Estados, que aceitou o desafio e vai fazer 30% a mais de serviço com 9% de economia. Isso mostra que o Estado privatizar a gestão hospitalar, desde que tenha sistema, que tenha controle e tenha gente séria cuidando, é o melhor negócio para o povo mato-grossense, é isso que nós vamos fazer”, ressaltou.
Fonte: Olhar Direto






