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Origem da obrigatoriedade dos hinos nacionais em cada país: quando e por que foi estabelecido?

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2026

Não há uma data exata, mas essa tradição ganhou força ao longo do século 19 e no início do século 20, quando novas nações começaram a surgir e consolidar uma identidade nacional própria. Nesse cenário, definir uma música “oficial” era importante para representar o país.

Antes disso, algumas monarquias europeias tinham músicas para representar suas famílias reais. É o caso da famosa “God Save the King” (ou “God Save the Queen”), da Inglaterra, que surgiu ainda no meio do século 18. Desde então, a canção foi cada vez mais associada ao país em si (e não apenas aos seus governantes), e, hoje, é utilizada como hino nacional britânico. Oficialmente, porém, a Inglaterra não tem um hino. Já a Marcha Real, da Espanha, nasceu em 1761, mas só foi oficializada como hino do país em 1939.

O primeiro país a decretar um hino nacional oficial foi a França em 1795 com a “La Marseillaise”, ainda durante sua Primeira República. Desde então, era comum que quando um país novo nascesse, conquistasse sua independência ou mudasse de regime, um hino fosse criado nos anos seguintes. A música se tornava um símbolo de união e de patriotismo da nação, ajudando a moldar a identidade nacional.

No século 20, a popularização de competições esportivas internacionais criou mais um incentivo para os países definirem hinos – nas Olimpíadas, a música do vencedor era tocada durante a premiação.

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Alguns países, como a Finlândia e a já citada Inglaterra, até hoje não têm um hino oficial, ou então apresentam mais de uma opção de canção.

Pergunta de @eduardo.ferreira.923, via Instagram

Fonte: abril

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aifabio

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