Cenário Agro Lucas do Rio Verde

Milho: a cultura que sustenta e conecta Lucas do Rio Verde

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2026

Em Lucas do Rio Verde e em toda a região médio-norte de Mato Grosso, o milho não é apenas uma cultura agrícola: é um elo estratégico que conecta o campo à indústria, sustenta cadeias produtivas e impulsiona a economia local. Presente na alimentação animal, na produção de etanol, na indústria de alimentos e na mesa das famílias, o cereal se consolidou como um dos grandes motores do desenvolvimento regional.

É justamente essa relevância que ganha forma e celebração na tradicional Festa do Milho, evento que, ao longo dos anos, se tornou símbolo da identidade luverdense. Mais do que uma festividade, trata-se de um espaço onde economia, cultura, gastronomia e solidariedade se encontram, revelando o valor de uma cadeia produtiva que transforma realidades.

Fundação Rio Verde: da pesquisa à experiência do público

Como instituição que atua diretamente na geração de conhecimento e tecnologia para o campo, a Fundação Rio Verde assume um papel central nesse contexto. E, na Festa do Milho, essa atuação ganha uma dimensão ainda mais concreta e sensorial.

O diretor executivo da instituição, Rodrigo Pasqualli, destaca que a participação da Fundação vai muito além do apoio institucional: ela está presente na essência do evento. “A Fundação Rio Verde cumpre um papel importante no processo da pesquisa, da informação e da geração de conhecimento. E nada mais justo do que participar de um evento tão significativo como a Festa do Milho. Toda a matéria-prima utilizada — o milho que vira pamonha, milho verde e tantos outros produtos — é produzida nos nossos campos de pesquisa”, afirma.

Essa conexão direta entre ciência e comunidade evidencia o compromisso social da Fundação. Para garantir a qualidade e a diversidade dos produtos oferecidos durante o evento, o milho foi cultivado em diferentes épocas. “Realizamos o plantio em três fases distintas, justamente para termos diferentes pontos de maturação. Isso permite oferecer desde o milho mais verde até aquele em estágio mais avançado, garantindo variedade e qualidade ao público”, explica Pasqualli.

A iniciativa demonstra o cuidado técnico e o planejamento estratégico por trás de cada detalhe, reforçando o papel da instituição não apenas como centro de pesquisa, mas como agente ativo na construção de uma comunidade mais próspera.

Festa que movimenta economia, turismo e solidariedade

A Festa do Milho também se consolida como um importante vetor de desenvolvimento econômico e social. Para a secretária de Cultura e Turismo, Luciana Bauer, o evento reflete a força coletiva do município.

“Essa é uma festa muito esperada pela comunidade, porque ela impacta diretamente o lazer, a economia e o turismo. Além disso, tem um caráter essencialmente filantrópico, já que muitas associações participam e destinam os recursos arrecadados para a manutenção de seus projetos ao longo do ano”, ressalta.

A proposta gastronômica deste ano amplia ainda mais o alcance do evento, trazendo um circuito inspirado nas cinco regiões do Brasil, sem perder o protagonismo do milho. “A festa vem se reinventando, com criatividade e inovação. O público pode esperar uma experiência completa, com atrações culturais, parque de diversões gratuito e uma gastronomia que valoriza o milho de forma diversa e criativa”, acrescenta.

A presença de diferentes atores — poder público, iniciativa privada, entidades e instituições como a Fundação Rio Verde — reforça o caráter coletivo da festa. “Não é uma festa da prefeitura ou de uma secretaria, é uma festa de todos nós. Quem faz esse evento acontecer é a comunidade”, enfatiza Bauer.

Integração institucional e valorização da cultura do milho

O fortalecimento da Festa do Milho também passa pela articulação política e institucional. O presidente da Câmara de Vereadores, Airton Callai, destaca a importância de aproximar o município de outras esferas de governo.

“O milho tem um papel fundamental em Mato Grosso, seja na produção animal, de combustível ou na alimentação. E a festa ajuda a mostrar esse valor de uma forma diferente, através da culinária e da convivência. Ao trazer o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa como parceiros, conseguimos fortalecer vínculos e ampliar oportunidades para o município”, afirma.

Segundo Callai, esse movimento contribui não apenas para o crescimento do evento, mas também para abrir portas para novos investimentos e parcerias. “Isso fortalece a relação institucional e permite que Lucas do Rio Verde continue avançando, com mais acesso a recursos e projetos que beneficiem a população”, completa.

Celebração que traduz identidade e futuro

A Festa do Milho, que acontece nos dias 9 e 10 de maio, se consolida como uma vitrine daquilo que Lucas do Rio Verde tem de mais forte: a capacidade de transformar produção em desenvolvimento, conhecimento em oportunidade e tradição em inovação.

Com o envolvimento direto da Fundação Rio Verde, o evento ganha ainda mais significado, ao mostrar que por trás de cada prato servido existe pesquisa, planejamento e compromisso com a comunidade.

Mais do que celebrar o milho, a festa celebra uma identidade construída com trabalho, cooperação e visão de futuro — valores que seguem guiando o crescimento de Lucas do Rio Verde e de toda a região. (com Assessoria Verbo Press)

DISPONÍVEL
Mato Grosso
43,90
0,30
Alta Floresta
39,60
0,38
Alto Araguaia
46,20
0,43
Alto Garças
46,40
0,32
Campo Novo do Parecis
45,45
-0,33
Campo Verde
47,00
0,32
Campos de Júlio
45,30
-0,44
Canarana
44,15
-0,67
Diamantino
46,10
0,55
Ipiranga do Norte
41,00
0,74
Lucas do Rio Verde
42,90
0,70
Matupá
40,20
0,25
Nova Mutum
43,00
0,47
Nova Ubiratã
41,15
0,49
Porto dos Gaúchos
39,80
0,76
Primavera do Leste
47,10
0,43
Querência
43,80
-0,57
Rondonópolis
48,60
0,52
Sapezal
45,75
-0,22
Sinop
43,30
0,46
Sorriso
43,85
0,69
Tangará da Serra
46,00
0,66
Vila Rica
42,50
-0,47
EXPORTAÇÃO JUL/2026
Mato Grosso
36,58
-3,30
Alta Floresta
29,24
-4,09
Alto Araguaia
45,49
-2,67
Campo Novo do Parecis
36,56
-3,30
Campo Verde
40,20
-3,01
Campos de Júlio
34,20
-3,51
Canarana
37,26
-3,24
Diamantino
36,25
-3,31
Ipiranga do Norte
33,95
-3,54
Lucas do Rio Verde
36,05
-3,35
Nova Mutum
35,33
-3,41
Nova Ubiratã
34,21
-3,51
Porto dos Gaúchos
47,11
-2,57
Primavera do Leste
40,22
-3,00
Querência
35,51
-3,39
Rondonópolis
41,99
-2,88
Sapezal
35,02
-3,44
Sinop
33,88
-3,54
Sorriso
35,12
-3,43
Tangará da Serra
35,63
-3,37
Vila Rica
43,14
-2,80
FRETE GRÃOS
Campo Novo do Parecis – Paranaguá
490,00
0,55
Campo Novo do Parecis – Porto Velho
280,00
-1,75
Campo Novo do Parecis – Rondonópolis
180,84
-1,35
Campo Novo do Parecis – Santos
496,27
-2,86
Campo Verde – Alto Taquari
0,00
Campo Verde – Paranaguá
418,67
0,65
Campo Verde – Rio Verde
0,00
Campo Verde – Rondonópolis
87,76
2,33
Campo Verde – Santos
423,77
-0,26
Canarana – Alto Araguaia
190,00
0,00
Canarana – Paranaguá
453,34
-1,54
Canarana – Santos
480,22
0,42
Canarana – Uberlândia
293,50
-3,38
Diamantino – Alto Taquari
0,00
Diamantino – Paranaguá
456,81
-2,33
Diamantino – Rondonópolis
154,71
-3,39
Diamantino – Santos
479,11
-2,22
Rondonópolis – Alto Taquari
0,00
Rondonópolis – Maringá
0,00
Rondonópolis – Paranaguá
387,60
-0,19
Rondonópolis – Santos
402,58
0,04
Sapezal – Porto Velho
0,00
Sorriso – Alto Taquari
0,00
Sorriso – Cuiabá
128,50
-2,27
Sorriso – Miritituba
306,67
-2,97
Sorriso – Paranaguá
486,08
-0,56
Sorriso – Rondonópolis
172,76
-2,27
Sorriso – Santos
501,43
-0,89
SEMEADURA 25/26
Mato Grosso
100,00
0,80
Centro-Sul
100,00
1,41
Médio-Norte
100,00
0,00
Nordeste
100,00
1,15
Noroeste
100,00
0,00
Norte
100,00
0,00
Oeste
100,00
0,77
Sudeste
100,00
3,02
COLHEITA 24/25
Mato Grosso
100,00
0,29
Centro-Sul
100,00
0,04
Médio-Norte
100,00
0,00
Nordeste
100,00
0,00
Noroeste
100,00
0,00
Norte
100,00
0,00
Oeste
100,00
0,19
Sudeste
100,00
1,85
COMERCIALIZAÇÃO 24/25
Mato Grosso
98,99
2,72
Centro-Sul
98,32
1,83
Médio-Norte
99,28
2,58
Nordeste
98,00
1,53
Noroeste
99,01
2,53
Norte
99,82
4,63
Oeste
99,12
0,85
Sudeste
99,00
4,64
COMERCIALIZAÇÃO 25/26
Mato Grosso
40,76
5,35
Centro-Sul
38,91
3,00
Médio-Norte
41,65
5,38
Nordeste
40,91
6,84
Noroeste
42,48
4,51
Norte
44,59
5,57
Oeste
40,47
3,82
Sudeste
35,87
5,69
PREÇO MENSAL 24/25
Mato Grosso
45,25
-1,24
Centro-Sul
44,06
0,35
Médio-Norte
44,54
-3,01
Nordeste
43,49
-1,10
Noroeste
44,40
7,81
Norte
44,04
-1,89
Oeste
41,39
2,69
Sudeste
48,28
2,06
PREÇO MENSAL 25/26
Mato Grosso
43,48
-4,36
Centro-Sul
43,79
-0,93
Médio-Norte
44,55
-1,55
Nordeste
40,15
-5,30
Noroeste
42,70
-0,74
Norte
44,01
1,02
Oeste
45,00
2,54
Sudeste
38,61
-20,89
ÁREA 25/26
Mato Grosso
7.392.353,37
0,00
Centro-Sul
461.811,15
0,00
Médio-Norte
2.628.128,06
0,00
Nordeste
1.315.462,24
0,00
Noroeste
687.045,85
0,00
Norte
668.827,56
0,00
Oeste
518.752,80
0,00
Sudeste
1.112.325,71
0,00
PRODUTIVIDADE 25/26
Mato Grosso
118,71
1,81
Centro-Sul
116,79
2,75
Médio-Norte
122,28
0,53
Nordeste
114,83
4,32
Noroeste
120,31
3,79
Norte
116,52
2,38
Oeste
120,03
-0,13
Sudeste
115,37
1,10
PRODUÇÃO 25/26
Mato Grosso
52.653.293,03
1,81
Centro-Sul
3.236.090,52
2,75
Médio-Norte
19.282.451,13
0,53
Nordeste
9.063.208,08
4,32
Noroeste
4.959.675,99
3,80
Norte
4.676.071,31
2,39
Oeste
3.735.935,16
-0,13
Sudeste
7.699.860,85
1,10

Fonte: cenariomt

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