“Não chegou ao conhecimento, mas é natural que na política você faça amigos aqui no Mato Grosso, ou mesmo fora do Mato Grosso, e que esses amigos queiram te ajudar”, disse Mendes ao ser perguntado sobre o apoio do congressista amapaense a Jayme.
Apesar de reconhecer a capacidade de articulação de Alcolumbre, que é presidente do Senado, o governador ponderou que o senador do Amapá “não é eleitor aqui no Estado” e tem “outros problemas também”.
“Alcolumbre é o presidente do Senado, é uma pessoa que tem uma grande capacidade de articulação em Brasília, mas não é eleitor aqui no Estado, e ele tem outros problemas também. Eu vejo com muita naturalidade, ele sendo companheiro do Jayme como ele é, de alguma forma ele tentar ajudar o Jayme”.
, que defende candidaturas próprias em estados estratégicos como Mato Grosso.
Esse cenário pressiona o grupo de Mauro Mendes, que apoia a pré-candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e exige que o Palácio Paiaguás recalibre as conversas em Brasília.
No centro da disputa interna na federação está uma divergência de estratégia. Enquanto aliados de Mendes defendem que o União Brasil lucra mais eleitoralmente concentrando forças nas eleições de Mauro ao Senado e na chapa de deputado federal, o grupo de Jayme sustenta que uma candidatura própria ao governo pode impulsionar votos de legenda e fortalecer as chapas proporcionais.
Fonte: Olhar Direto






