O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos), negou que haja perseguição ao governo nos questionamentos sobre as obras do BRT e afirmou que a cobrança dos deputados tem como objetivo garantir a conclusão do modal, que segue impactando o trânsito.
A declaração foi dada após o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, deixar a reunião de convocação realizada na Assembleia alegando que poderia enfartar. Durante o encontro, o secretário reclamou das cobranças sobre o BRT e questionou a falta de debates semelhantes na época do VLT.
Max afirmou que a saída do secretário por motivos de saúde deve ser respeitada, mas ressaltou que ele poderá ser convocado novamente para prestar os esclarecimentos considerados necessários pelos deputados.
Fonte: Olhar Direto






