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Mauro no Senado: Defendendo a Moral do Cidadão e Criticando Multas por Acusações Falsas

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O governador Mauro Mendes (União) afirmou que, caso dispute uma vaga no Senado em 2026 e seja eleito, pretende transformar em bandeira a defesa de leis mais rígidas para punir acusações falsas e ataques à honra. Segundo ele, a legislação brasileira permite que denúncias sem prova provoquem dano reputacional e político difícil de reparar, enquanto condenações acabam resultando em penalidades consideradas baixas.

“Eu não sei se serei candidato a senador. Se eu for candidato a senador, e se ganhar as eleições, pode ter certeza que um dos grandes objetivos da minha vida naquele cargo será colocar valor na moral do cidadão brasileiro”, declarou. Na sequência, criticou decisões judiciais que, na visão dele, aplicam multas pequenas em casos de acusações indevidas. “Você não pode aceitar que nenhum imbecil, nenhuma pessoa maldosa, fique acusando, atacando a moral, e depois você tem que acionar o Judiciário, que já está tão sobrecarregado, para ter uma multa de R$ 5 mil, R$ 10 mil”, completou.

Mauro também comparou o cenário brasileiro ao dos Estados Unidos, argumentando que a liberdade de expressão deve ser preservada, mas com responsabilização mais dura quando houver mentira e imputação sem comprovação. Para ele, a lógica atual estimula o “denuncismo”, especialmente em período pré-eleitoral, quando — diz — adversários recorrem a ataques pessoais em vez de debate propositivo.

A declaração foi dada ao ser questionado sobre a antecipação do embate político em Mato Grosso, em meio às discussões em torno do acordo firmado entre o Estado e a operadora Oi S.A. — tema que virou alvo de trocas de acusações entre Mendes e o ex-governador Pedro Taques, também cotado para a disputa ao Senado. O caso envolve um pagamento de R$ 308 milhões e passou a ser contestado judicialmente após denúncias protocoladas por Taques.

Em paralelo, a Assembleia Legislativa vive pressão para instalação de comissões de investigação, como a CPI da Oi e a CPI da Saúde. No caso da Saúde, o governador criticou a retomada de assinaturas colhidas anos atrás para viabilizar a comissão, argumentando que os fatos já teriam sido investigados em apurações anteriores ligadas à Operação Espelho, que mira suspeitas de irregularidades em contratos na área.

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Fonte: leiagora

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