“O que aconteceu na Assembleia é aquela história, o que se faz em Vegas, fica em Vegas. O que acontece dentro da Assembleia é problema da Assembleia. Não é briga partidária por assuntos partidários. O que eu fiquei sabendo não foi isso. Mas isso é um problema deles lá”, declarou à imprensa.
Mauro pontuou, no entanto, que Dilmar tem o direito de buscar o comando da comissão. “A confusão de ontem é porque o Dilmar era que ia ser o presidente. Ele nunca foi. Eu acho que ele tem o direito de ser presidente sim”, afirmou.
A disputa ganhou novos contornos após Botelho ser inicialmente excluído da composição da CCJ e reagir ao ato. Nos bastidores, o parlamentar alegou que havia acordo para permanecer no comando da comissão, mas foi surpreendido com a publicação oficial indicando Dilmar na presidência e sem seu nome entre os integrantes.
Botelho deixou o bloco “Assembleia Forte e Democrática”, liderado por Dilmar, e passou a integrar o bloco do MDB, após articulação da deputada Janaina Riva. Em ofício encaminhado ao presidente da ALMT, Max Russi (PSB), Janaina formalizou a entrada de Botelho no grupo e indicou seu nome como membro titular da CCJ.
Considerada a principal comissão da Casa, a CCJ analisa a constitucionalidade das propostas antes da tramitação em plenário, o que amplia o peso político de sua composição, especialmente em ano pré-eleitoral. Mesmo afirmando que permanece na base do governo, Botelho buscou novo arranjo para manter espaço na comissão.
Fonte: Olhar Direto






