Mato Grosso

Mauro critica leis brasileiras: homem mata e estupra irmã | Vídeo completo

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O governador Mauro Mendes (União) soltou o verbo contra o que chamou de “falência das leis brasileiras” ao comentar o crime bárbaro que chocou Mato Grosso nos últimos dias: o assassinato e estupro de uma adolescente de 17 anos, morta pelo próprio irmão. Para o governador, o caso é a prova de que o sistema jurídico do país precisa de uma mudança drástica, já que o criminoso estava solto por um erro da Justiça, mesmo acumulando mortes nas costas.

Mendes não poupou críticas à impunidade e relembrou o histórico de sangue do suspeito. Segundo o governador, o homem já havia matado a própria tia quando ainda era menor de idade e, depois de adulto, assassinou um cidadão com 27 facadas em um assalto. “O que ele aprendeu com isso? Que poderia matar e sair impune”, disparou Mauro, questionando como um indivíduo com esse histórico foi colocado em liberdade pouco antes de atacar a irmã.

A indignação do governador sobrou também para o Judiciário. Ele destacou que o suspeito estava condenado a 19 anos de prisão, mas saiu da cadeia devido a um erro que, segundo ele, precisa de explicações urgentes. “A gente prende e solta, prende e solta. É um absurdo, bandido está tendo privilégio em todos os cantos deste país”, afirmou, ressaltando que a sociedade não aguenta mais viver refém do crime.

Como solução, Mauro Mendes defendeu que o Brasil abandone os “remendos” na legislação e construa um novo Código Penal. O governador, que é pré-candidato ao Senado, foi além e garantiu que vai levantar a bandeira da prisão perpétua para crimes hediondos, afirmando que tipos como esse não podem ter uma segunda chance de conviver em sociedade. Para ele, o código de 1940 é uma peça de museu que não protege mais o cidadão de bem.

O caso

A investigação, conduzida pela Polícia Civil, aponta que o crime foi premeditado. O corpo da adolescente foi encontrado em um córrego e o irmão foi preso como principal suspeito logo em seguida. A delegacia responsável confirmou que, além do homicídio, houve a prática de violência sexual e o corpo dela tinha marcas de queimaduras.

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Fonte: leiagora

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