Dias antes, Mendes havia colocado em dúvida o apoio do ex-presidente ao senador. A declaração ocorreu em 7 de março, durante ato de filiação do Podemos em Cuiabá, poucas horas depois de Fagundes afirmar que recebeu o aval de Bolsonaro em encontro na Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
A fala gerou reação do senador, que cobrou respeito e lembrou que, na eleição de 2022, Mendes foi reeleito com apoio do ex-presidente.
Ao comentar novamente o tema, o governador pontuou que a declaração anterior foi interpretada de forma equivocada e que apoios políticos não substituem a responsabilidade de quem exerce o cargo.
“Eu disse que apoio não se senta na cadeira para governar depois. Apoio importante é, o apoio do Lula tem importância, o grande líder da esquerda. O apoio do Bolsonaro tem importância sim, é o grande líder da direita. Mas não vai ser nem Lula nem Bolsonaro que vai se sentar na cadeira e administrar. Quem vai se sentar na cadeira e administrar é quem ganhar a eleição”, afirmou.
Segundo Mendes, a escolha do futuro governador dependerá da avaliação dos eleitores sobre a capacidade de gestão dos candidatos. “O apoio é importante, mas ele não é a pessoa que vai governar o Estado. Quem ganhar a eleição tem que ter competência, histórico, capacidade e honestidade, porque é essa pessoa que vai governar”, disse.
Fonte: Olhar Direto






