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Mato Grosso: Primeira morte por chikungunya no Brasil em 2026

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Mato Grosso confirmou a primeira morte por chikungunya no Brasil em 2026, conforme dados do painel oficial do Ministério da Saúde. O óbito foi registrado no município de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT). Além disso, uma segunda morte suspeita pela doença está em investigação em Sinop (MT).

Mesmo com a confirmação, os números da doença neste início de ano são significativamente menores do que os registrados no mesmo período de 2025. Entre 1º de janeiro de 2026 até o momento, foram notificados 321 casos de chikungunya em Mato Grosso. No mesmo intervalo do ano passado, o estado contabilizava mais de 17 mil casos prováveis e 26 mortes confirmadas pela doença.

Em relação à dengue, o estado soma 2.088 casos notificados desde o início de 2026. Uma morte foi confirmada no município de Diamantino. Assim como na chikungunya, os números atuais também são inferiores aos registrados no ano anterior. Entre 1º de janeiro e 19 de fevereiro de 2025, Mato Grosso havia registrado mais de 35 mil casos de dengue, com 23 mortes confirmadas.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o estado encerrou 2025 com 35.990 casos prováveis de dengue e 24 mortes em decorrência de complicações da doença. Já os dados da chikungunya foram ainda mais preocupantes, com 50.271 casos prováveis e 68 mortes confirmadas ao longo do ano passado.

Dados na capital

Apesar do número alto de casos no Estado, Cuiabá apresentou redução nos registros de arboviroses neste início de 2026. Dados divulgados pela prefeitura apontam queda nos casos de dengue, chikungunya e zika nas primeiras semanas do ano, na comparação com o mesmo período de 2025.

Nas cinco primeiras semanas deste ano, foram confirmados 65 casos da doença. No mesmo período, foram confirmados 27 casos de chikungunya. Já a zika registrou apenas uma notificação, sem casos confirmados. Atualmente, há um óbito por dengue em investigação na Capital.

De acordo com o município, o resultado é reflexo do trabalho intensificado das equipes de Zoonoses e Vigilância em Saúde. Mais de 103 mil imóveis passaram por vistoria neste início de ano. Desses, quase 12 mil receberam tratamento.

Fonte: primeirapagina

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