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IPVA 2026: Parcelar em 12 vezes no cartão – Vale a pena? Confira o custo dos juros

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IPVA 2026: Parcelar em 12 vezes no cartão vale a pena? Veja o custo dos juros

IPVA 2026: Simulação mostra que parcelar o imposto em 12 vezes no cartão de crédito pode gerar juros superiores a 37%. Veja se a facilidade compensa o custo extra.

Com o início de 2026, os proprietários de veículos em todo o Brasil já se preparam para o calendário de vencimento do IPVA. Enquanto as Secretarias da Fazenda estaduais costumam oferecer descontos para pagamento em cota única ou parcelamento curto sem juros, uma alternativa tem ganhado força: o parcelamento em até 12 vezes no cartão de crédito via empresas credenciadas.

No entanto, o que parece ser um alívio imediato no orçamento pode esconder taxas elevadas que pesam no bolso a longo prazo.

IPVA 2026: Parcelar em 12 vezes no cartão vale a pena?

Empresas como Zapay e Zignet (parceiras de sistemas como Sem Parar e Veloe) oferecem a possibilidade de quitar o imposto e o licenciamento de forma parcelada. O serviço é reconhecido por órgãos como a Sefaz-SP, mas os custos operacionais e os juros não são fixos, variando conforme a quantidade de parcelas e a operadora do cartão.

Para entender o impacto financeiro, a revista Quatro Rodas realizou uma simulação baseada em um veículo com valor venal de R$ 20.129 (alíquota de 4% em SP), resultando em um IPVA de R$ 805,16.

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IPVA 2026: Parcelar em 12 vezes no cartão vale a pena? Foto: Freepik

Confira a diferença entre o pagamento à vista e o parcelamento máximo:

Modalidade Valor da Parcela Valor Total Custo Adicional (Juros/Taxas)
À vista (com desconto) R$ 781,00 R$ 0,00
Zapay (12x) R$ 86,25 R$ 1.035,05 + R$ 229,89 (28,55%)
Zignet (12x) R$ 92,12 R$ 1.105,44 + R$ 300,28 (37,29%)

Veredito: Quando utilizar?

Financeiramente, o planejamento antecipado continua sendo a melhor estratégia. Ao optar pelo parcelamento em 12 vezes, o contribuinte pode pagar até 37% a mais do que o valor original do imposto.

Essa opção só é recomendada em casos de extrema necessidade, onde o motorista precisa regularizar o documento para evitar a apreensão do veículo e não possui o montante total disponível, já que os juros dessas plataformas costumam ser superiores ao rendimento de aplicações financeiras conservadoras.

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Escrito por

Robson Quirino

Sou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de saber como os carros funcionam, inclusive a rebimboca da parafuseta.

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Sou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de saber como os carros funcionam, inclusive a rebimboca da parafuseta.

Fonte: garagem360

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