Fevereiro avança com a Lua em fase de transição após o auge da Lua cheia
Em sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, a Lua encontra-se na fase de Lua minguante gibosa, período em que o satélite natural da Terra ainda apresenta grande parte de sua superfície iluminada, mas já em processo gradual de diminuição da luz visível. Trata-se de uma fase posterior à Lua cheia, que ocorreu no início do mês, marcando a transição natural rumo ao quarto minguante.
Mesmo após o pico da Lua cheia, muitas pessoas ainda percebem o disco lunar como praticamente completo. Isso acontece porque a mudança entre as fases não é brusca. A Lua continua bastante iluminada por alguns dias, embora a cada noite uma pequena porção de sua face deixe de refletir a luz solar de forma direta.
O que caracteriza a Lua minguante gibosa
A Lua minguante gibosa ocorre entre a Lua cheia e o quarto minguante. Nesse estágio do ciclo lunar, mais da metade do disco lunar permanece iluminada, mas a quantidade de luz visível diminui progressivamente. O termo “gibosa” indica justamente essa condição intermediária, quando a Lua ainda não chegou à metade iluminada.
O fenômeno é resultado do movimento orbital da Lua ao redor da Terra. À medida que o satélite se desloca em relação ao Sol, o ângulo de iluminação muda, fazendo com que a porção visível diminua noite após noite. Esse processo segue até o quarto minguante, quando apenas metade do disco lunar estará iluminada.
Como funciona o ciclo lunar
O ciclo lunar completo dura aproximadamente 29 dias e meio. Ele começa com a Lua nova, quando o satélite está posicionado entre a Terra e o Sol e praticamente não é visível no céu noturno. Em seguida, ocorre a Lua crescente, quando a iluminação aumenta gradualmente.
A Lua cheia acontece quando a Terra está entre o Sol e a Lua, permitindo que toda a face voltada para o nosso planeta seja iluminada. Após esse ponto, inicia-se a fase minguante, primeiro na forma de Lua minguante gibosa, depois no quarto minguante, até retornar à Lua nova e reiniciar o ciclo.
Por que a Lua parece cheia mesmo após o auge
Uma dúvida comum entre leitores é por que a Lua parece cheia mesmo dias depois do ápice. A explicação está na forma como o olho humano percebe pequenas variações de iluminação. Enquanto mais de 90% do disco lunar permanece iluminado, a diferença visual é sutil, dando a impressão de Lua cheia por mais tempo.
Somente quando a redução da iluminação se torna mais evidente é que o formato minguante passa a ser claramente percebido a olho nu. Esse efeito visual contribui para o interesse constante pelo tema e para a busca diária por informações como “qual a fase da Lua hoje”.
Influência real da Lua na natureza
A influência mais conhecida da Lua ocorre nas marés. A força gravitacional exercida pelo satélite natural sobre a Terra provoca a elevação e o recuo dos oceanos, fenômeno que varia conforme a posição relativa entre Lua, Terra e Sol. Durante as fases cheia e nova, as marés tendem a ser mais intensas.
Ao longo da história, a observação da Lua também foi fundamental para a criação de calendários, orientação agrícola e navegação. Civilizações antigas utilizavam o ciclo lunar como referência para organizar o tempo e compreender os ritmos naturais.
Calendário lunar de fevereiro de 2026
O mês de fevereiro de 2026 apresenta as seguintes fases principais da Lua:
- 1º de fevereiro: Lua cheia
- 6 de fevereiro: Lua minguante gibosa
- 9 de fevereiro: Quarto minguante
- 17 de fevereiro: Lua nova
- 24 de fevereiro: Quarto crescente
Conclusão
Nesta sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, a fase da Lua é minguante gibosa, etapa natural do ciclo lunar que sucede a Lua cheia. A observação diária das fases da Lua ajuda a compreender melhor os ritmos do céu e reforça a conexão entre os movimentos astronômicos e a dinâmica da natureza.
O acompanhamento dessas mudanças continua despertando curiosidade, interesse científico e valor cultural, mantendo a Lua como um dos fenômenos naturais mais observados e pesquisados ao longo da história.
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Fonte: cenariomt






