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Descubra 7 atrações gratuitas em São Paulo: guia 0800 pela metrópole

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  • A multiplicidade de atrações interessantes em São Paulo é um dos grandes atrativos para seus visitantes. Seja numa estadia longa ou numa parada de poucos dias, é inevitável sentir vontade de conhecer alguns dos seus ícones históricos e culturais. A boa notícia é que não faltam opções de passeios gratuitos e que entregam muito, mesmo se você tiver pouco tempo para passear. Confira as sugestões:

    Passeios de graça em São Paulo

    Opções não faltam, mas é importante se planejar: algumas opções gratuitas exigem reserva prévia e retirada de ingressos. Dependendo do dia e do horário, também é possível enfrentar filas e bastante movimento. Respire fundo e tenha paciência para encarar o público da cidade mais populosa da América Latina.

    1. SESC Pompeia

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    Arquitetura do SESC Pompeia é atração à parte (Paulisson Miura (@paulissonmiura)/Wikimedia Commons)

    Em 2021, o jornal New York Times classificou o edifício do SESC Pompeia como uma das 25 obras arquitetônicas mais importantes construídas depois da Segunda Guerra Mundial.

    Originalmente, o lugar era uma fábrica e durante os anos 1970 foi remodelada pela renomada arquiteta Lina Bo Bardi para funcionar como um centro cultural. Hoje, o local conta com teatro, choperia, um enorme espaço de exposições, um espaço de alimentação e áreas abertas para desfrutar.

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    Na bilheteria, é possível comprar ingressos para a programação de shows e espetáculos que acontecem no local. O SESC Pompeia também possui uma biblioteca e um espaço de leitura aberto para consulta a jornais e revistas, além de acesso à internet.

    O SESC Pompeia fica na Rua Clélia, 93, e funciona de terça a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 10h às 19h.

    2. Casa das Rosas

    Casa das Rosas, em São Paulo
    Casa das Rosas passou quase dois anos fechada para restauro e foi reaberta em outubro de 2023 (Paulo Pinto/Agência Brasil)

    Em plena Avenida Paulista, um remanescente de outros tempos resiste às transformações da cidade. A Casa das Rosas é uma casa-museu que funciona num belíssimo casarão erguido durante os anos 1930. O imóvel com dezenas de cômodos e lindos jardins foi projetada pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo, responsável por outros importantes edifícios históricos da capital paulista, como a Pinacoteca e o Theatro Municipal.

    Em 1995, o lugar passou a funcionar como um centro cultural e foi batizado de Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. A casa ficou fechada por dois anos para reformas e reabriu em 2023. Por lá acontecem cursos, oficinas de criação e crítica literária, palestras, ciclos de debates, lançamentos de livros, saraus, peças de teatro, exposições ligadas à literatura, entre outros.

    A Casa das Rosas funciona de terça a domingo, das 10h às 17h30, com permanência até as 18h. O jardim funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. A entrada é gratuita e a programação de eventos está disponível no site da instituição.

    3. Mirante SESC Paulista

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    Vista do mirante no Sesc Avenida Paulista (Sesc/Divulgação)

    Quem visita São Paulo sempre quer levar de recordação uma foto no topo da Avenida Paulista, com uma vista para toda a vida que pulsa na metrópole. O cenário desses famosos registros nas redes sociais é o Mirante SESC Paulista, em plena avenida.

    O local fica no 17° andar do edifício, onde também funciona um café no terraço, ideal para uma experiência diferenciada no centro de São Paulo.

    A entrada no Mirante é bastante disputada, especialidade aos finais de semana. Por isso, é preciso fazer um agendamento do seu passeio e uma reserva de ingressos. Isso é possível através do aplicativo Credencial SESC SP. As entradas são disponibilizadas em lotes a partir da terça-feira de cada semana. Consulte mais informações no site.

    O SESC Avenida Paulista, onde está o Mirante, fica no número 119 da avenida, e funciona das 10h às 21h30 de terça a sexta, e das 10h às 18h30 aos sábados, domingos e feriados.

    4. CCBB São Paulo

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    CCBB funciona em prédio histórico que um dia foi a sede paulistana do Banco do Brasil (Ferik80/Wikimedia Commons)

    O irmão paulistano dos outros Centros Culturais do Banco do Brasil espalhados pelo país não deixa a desejar no quesito arquitetônico. O edifício em que está instalado foi comprado pelo banco em 1923 e, após uma reforma projetada pelo arquiteto Hippolyto Pujol, tornou-se a primeira sede própria da instituição em São Paulo, no ano de 1927.

    Anos mais tarde, uma nova reforma preservou e restaurou elementos originais do edifício, mantendo diversos elementos da arquitetura do início do século 20 visíveis para apreciação.

    Assim, em 2001, o CCBB São Paulo inaugurou os seus mais de 4 mil metros quadrados de espaços para exposições, teatro, cinema, música, palestras, debates e oficinas, além de uma cafeteria. A programação pode ser conferida no site.

    O CCBB fica no Centro Histórico, na Rua Álvares Penteado, 112, próximo ao metrô São Bento. Abre todos os dias das 9h às 20h (fecha às terças-feiras).

    5. Obelisco Mausoléu

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    Obelisco tem 72 metros de altura (Danielbeoni/CC BY-SA 4.0/Wikimedia Commons)

    Nas proximidades do Parque Ibirapuera é possível ver um grande obelisco. Mas você sabia que é possível conhecê-lo por dentro? Conhecido como Obelisco Ibirapuera ou Obelisco de São Paulo, a estrutura funciona como um mausoléu dedicado à história da Revolução Constitucionalista de 1932.

    A estrutura tem 72 metros de altura e foi inaugurada em 1955, embora a construção completa só tenha sido finalizada em 1970. O interior tem um formato de cruz e é decorado com mosaicos que representam cenas bíblicas.

    Dentro do obelisco estão três capelas, 800 urnas funerárias onde repousam combatentes que tombaram no conflito, bem como os túmulos dos jovens Mário Martins de Almeida, Euclides Bueno Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Americo de Camargo Andrade, mortos no dia 23 de maio de 1932 durante uma manifestação popular contra o governo do então presidente Getúlio Vargas.

    A visitação está aberta de segunda-feira a domingo, das 10h às 16h, próxima ao portão 3 do Ibirapuera.

    6. Viveiro Manequinho Lopes

    No portão 7 do Parque Ibirapuera, o Viveiro Manequinho Lopes é um belo espaço de refúgio e tranquilidade. Ali estão mais de 200 espécies de plantas herbáceas, arbustivas, ornamentais, medicinais e alimentícias adaptadas ao ambiente urbano. Essa variedade alimenta os demais parques e canteiros da capital paulista, promovendo a arborização e o ajardinamento da cidade.

    Com uma área de 48 mil metros quadrados, o viveiro foi restaurado nos anos 1990 com um projeto de Roberto Burle Marx. Atualmente, conta com uma estrutura de mais de 90 canteiros suspensos, 3 telhados e 39 quadras com estoque de mudas envasadas. A sensação é a de estar fora de São Paulo.

    O local está aberto à visitação de segunda a sexta-feira, das 8 às 14h.

    7. Parque Ibirapuera

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    Ibirapuera concentra inúmeras opções gratuitas em São Paulo (./Reprodução)

    Inaugurado em 1954, o Parque Ibirapuera tem uma área total de 158 hectares, tombado como patrimônio histórico de São Paulo. Além do Viveiro Manequinho Lopes, em seu interior estão várias outras possibilidades de passeios interessantes. Por lá, o contato com a natureza é contemplado com obras arquitetônicas de beleza única.

    Destas, se destacam o Pavilhão Lucas Nogueira Garcez, mais conhecido como OCA Ibirapuera. O espaço expositivo com mais de 10 mil metros quadrados lembra o formato de uma oca, um estilo de moradia dos povos tradicionais, e foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. No passado, o local abrigou o Museu da Aeronáutica de São Paulo e o Museu do Folclore, mas nos dias de hoje é utilizado para a realização de exposições e eventos.

    Perto dali, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é outro ícone arquitetônico do Parque. O prédio foi construído por Oscar Niemeyer na década de 1950 e adaptado por Lina Bo Bardi em 1982. Atualmente o museu está fechado para uma reforma, mas além de apreciar a estrutura por fora, é possível desfrutar o seu Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx em 1993.

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    Fachada do MAC-USP (USP/Divulgação)

    Uma opção por lá para curtir um pouco de arte é o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, onde a cada dois anos acontece a Bienal de São Paulo. A exposição é uma enorme mostra internacional que reúne o que há de mais interessante na arte contemporânea da atualidade, além de promover formações educativas, oficinas e outras atividades.

    Do outro lado da Avenida 23 de Maio, na altura do portão 3, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP) também tem entrada gratuita e conta com exposições de arte nacional e internacional que dialogam com as obras e temáticas do seu acervo. O Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, gratuito somente às quartas-feiras, é outro imperdível.

    A Bienal de São Paulo funciona de terça a domingo, das 10h às 18h. Aos sábados, até 19h. Já o MAC está aberto de terça a domingo, das 10 às 21h.

    Fonte: viagemeturismo

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