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Cuiabá reduz risco de infestação do Aedes aegypti, mas sete regiões seguem em alerta: saiba mais!

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2026

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), registrou uma queda na proliferação do Aedes aegypti na capital.

Os dados do 2º Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) apontam que o município avançou da faixa de Alto Risco para Médio Risco, alcançando um Índice de Infestação Predial (IIP) geral de 3,4%.

Entretanto, o levantamento aponta que 7 dos 27 estratos avaliados (25,9%) continuam em faixa de Alto Risco, exigindo atenção redobrada dos moradores e das equipes de Vigilância em Saúde.

Pontos críticos e mapeamento por regiões

A pesquisa inspecionou 10.929 imóveis na capital mato-grossense e identificou as áreas com maior presença de focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya:

  • Região Norte (Estrato 26): Apresentou a situação mais crítica da cidade, com IIP de 7,0%. Abrange bairros como Nova Canaã, Residencial Paraná, Três Barras, Colina Verde, Jardim Umuarama, Altos da Glória e 1º de Março.

  • Região Sul (Estrato 2): Registrou o segundo maior índice, com 6,4%. Inclui localidades como Osmar Cabral, São Francisco, Jardim Passaredo, Lagoa Azul, Primor das Torres e Parque Mariana.

  • Região Leste (Estrato 10): Ficou com 5,9% de infestação, englobando Dom Aquino, Poção, Bandeirantes, Jardim Paulista e Lixeira.

Apenas dois estratos — correspondentes aos distritos da Guia e do Sucuri — mantiveram-se na faixa de Baixo Risco (índice inferior a 1%). Os demais 18 estratos (66,7%) figuram em Médio Risco.

Principais vilões e balanço das ações de controle

O estudo da SMS identificou onde o mosquito tem se reproduzido com maior frequência nas residências e comércios da capital:

  • 36,9% em depósitos de água ao nível do solo (barris, tambores e caixas d’água baixas);

  • 27,6% em resíduos e lixo urbano acumulado;

  • 21,0% em recipientes móveis (vasos de plantas, pratinhos e bebedouros de animais).

Paralelamente aos dados do LIRAa, a Vigilância de Controle Vetorial informa que 673.856 imóveis já foram vistoriados em Cuiabá durante o ano de 2026. O trabalho de campo resultou na eliminação direta de 19.398 potenciais criadouros e no tratamento de 81.080 depósitos com larvicidas.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, ressalta que a vistoria semanal nas casas pela própria população continua sendo a medida mais eficaz para interromper o ciclo do inseto.

Fonte: cenariomt

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