Carros & Motos

Correia Banhada a Óleo: O Grande Vilão são os Donos dos Carros, Defende Especialista – Guia Completo

Grupo do Whatsapp Cuiabá
2026 word1

Correia banhada a óleo: ‘o grande vilão são os donos dos carros’, defende especialista

Entenda quais são os comportamentos que afetam a qualidade e a durabilidade da correia banhada a óleo dos carros

*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(–header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]” dir=”auto” tabindex=”-1″ data-turn-id=”request-WEB:6c7c1aa9-72ac-48da-bf11-554c62160b3b-9″ data-testid=”conversation-turn-20″ data-scroll-anchor=”true” data-turn=”assistant”>

A discussão sobre motores com correia banhada a óleo voltou a ganhar força após um vídeo que circula nas redes sociais.

Nele, um especialista afirma que, em muitos casos, o principal problema não está apenas no projeto do motor, mas na manutenção feita pelo proprietário.

Segundo ele, muitos donos utilizam óleo fora da especificação recomendada pela fabricante. Assista ao vídeo abaixo, dê a sua opinião e veja a decisão que a Stellantis tomou sobre a correia banhada a óleo. 

@abraomotorsE vc? Compraria um carro com correia banhada a óleo?

♬ som original – Gabriel Abrão

Stellantis envia comunicado e muda estratégia

O tema ganhou ainda mais repercussão após a Stellantis confirmar mudanças estruturais na estratégia global envolvendo os motores 1.2 PureTech.

Modelos mais rodados com esse conjunto registraram degradação precoce da correia. Quando a peça começa a se desfazer, resíduos de borracha contaminam o lubrificante. O resultado pode ser o entupimento da bomba de óleo, comprometendo a lubrificação e levando a falha mecânica severa.

Impacto no Brasil

No mercado nacional, Peugeot e Citroën utilizaram o motor 1.2 aspirado de três cilindros por um período limitado.

O conjunto equipou versões do Peugeot 208 e do Citroën C3.

Apesar da aplicação restrita no país, os relatos internacionais geraram preocupação entre consumidores brasileiros.

Há ainda outra marca do grupo que utiliza motor com correia banhada a óleo no Brasil. A fabricante, no entanto, afirma que o projeto adotado aqui não apresenta o mesmo histórico de esfarelamento observado na Europa.

2026 word1

Correia banhada a óleo – Foto: Continental/Divulgação

Abandono do PureTech

Inicialmente, a Stellantis avaliava converter o PureTech para sistema com corrente de comando. Contudo, o custo da adaptação seria elevado.

A decisão final foi substituir a família de motores no mercado europeu.

Motores brasileiros ganham espaço

A alternativa veio da operação nacional, com os propulsores da família Firefly.

Produzidos no Brasil há cerca de dez anos, os motores 1.0 de três cilindros e 1.3 de quatro cilindros, aspirados e turbo, passaram a ser vistos como soluções mais robustas.

O 1.0 turbo já conta com versão semi-híbrida. O 1.3 tem projetos em desenvolvimento que incluem sistemas semi-híbridos e híbridos plenos, como HEV e PHEV.

Nova fase na gestão

A permanência do PureTech estava ligada à gestão de Carlos Tavares. Após sua saída, a companhia adotou postura mais pragmática.

A substituição progressiva pelo Firefly sinaliza uma mudança estratégica e reforça o protagonismo da engenharia brasileira dentro da estrutura global da Stellantis.

Enquanto o debate continua nas redes, o alerta do especialista também chama atenção: independentemente do projeto, seguir o manual e utilizar o óleo correto continuam sendo fatores decisivos para a durabilidade do motor.

E você, como avalia a correia dentada banhada a óleo? Comente e compartilhe a sua opinião com outros leitores do Garagem360.


Entrar no canal do Whatsapp

Escrito por

Matheus Azevedo

Escrito por

Matheus Azevedo

Fonte: garagem360

Sobre o autor

Avatar de Redação

Redação

Estamos empenhados em estabelecer uma comunidade ativa e solidária que possa impulsionar mudanças positivas na sociedade.