A síndrome de Havana é um conjunto de sintomas misteriosos que inclui tontura, dores de cabeça fortes e constantes, perda de memória e danos à visão e à audição, que podem persistir indefinidamente. Ela foi observada pela primeira vez em 2016, em funcionários da embaixada dos EUA em Cuba (daí seu nome).
Suas causas são desconhecidas; especula-se que resultem de um ataque com pulsos acústicos ou radiação eletromagnética. Essa técnica supostamente utiliza tecnologia russa, pois há um precedente: entre 1953 e 1976, os soviéticos teriam disparado feixes de micro-ondas contra o prédio da embaixada norte-americana em Moscou (1).
Agora o jornal Washington Post revelou, citando fontes da CIA, que em 2024 um cientista do governo norueguês construiu um dispositivo de micro-ondas para testar a síndrome de Havana – na qual não acreditava.
Ele disparou o aparelho contra si próprio, e passou a apresentar os sintomas típicos da síndrome. Também segundo o Post, o Pentágono teria obtido uma unidade da suposta máquina russa, que foi levada para os EUA. Em janeiro, Donald Trump insinuou que soldados norte-americanos usaram um aparelho do tipo na captura de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela.
Fontes 1. Leia mais em super.abril.com.br/especiais/a-sindrome-de-havana
Fonte: abril





