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Chikungunya: Força-tarefa leva agentes e alimentos para aldeias de MS

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2026

Com cenário de cinco mortes e 1,3 mil casos de chikungunya confirmados em Dourados, o Ministério da Saúde deu início a uma força-tarefa para tentar conter o avanço da doença nos territórios indígenas de cidade.

Para conter o surto, 50 novos agentes de combate às endemias devem aturar exclusivamente nas aldeias. Os primeiros 20 profissionais já iniciaram as atividades neste sábado (4). Os outros 30 chegam ao longo deste fim de semana e começam o trabalho de campo na segunda-feira (6).

Além das ações de saúde, o governo Federal inicia a distribuição de 2 mil cestas de alimentos também na segunda-feira. A meta é entregar um total de 6 mil unidades até junho, em uma ação conjunta que envolve a Funai, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), a Conab e a Defesa Civil. A medida quer garantir o suporte nutricional das famílias durante o período de enfrentamento da doença.

O reforço na saúde indígena de Mato Grosso do Sul não será apenas temporário. A Sesai anunciou que, a partir de maio, 102 novos profissionais serão incorporados ao Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).

As novas contratações incluem:

  • Agentes indígenas de saúde e de saneamento;
  • Enfermeiros;
  • Psicólogos.

Cenário

No último dia 30 a União reconheceu situação de emergência em Dourados devido ao avanço da chikungunya. Conforme o último boletim epidemiológico, divulgado nesta manhã, já são 2.678 casos prováveis; 1.314 casos confirmados; 459 casos descartados; e 1.823 casos em investigação, totalizando 3.596 notificações.

Cinco mortes já foram computadas na cidade e outra, de um menino de 12 anos, que morreu nesta sexta-feira, está em investigação. Fora da área indígena, em Jardim e Bonito, também foram registrados óbitos.

Fonte: primeirapagina

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