De Toni segue sendo uma das principais articuladoras políticas de Jair neste momento perante o Congresso e é membro da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e o encontro, apesar de o documento não detalhar os motivos, deve ter como objetivo formular e fortalecer sua candidatura ao Senado por Santa Catarina, recebendo o apoio de Bolsonaro.
Boava é viúvo da ex-deputada Amália Barros, que faleceu em 2024 por complicações de saúde após uma cirurgia. Ela era muito próxima da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e, após sua morte, Boava entrou no cenário político.
Thiago se tornou um dos principais informantes do ex-presidente sobre a situação política de Mato Grosso. Ele também foi quem conseguiu uma aproximação do então vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) com a família Bolsonaro.
Pedido de Bolsonaro foi assinado pelos seus defensores nesta quarta (4). No documento de apenas uma página não dá detalhes sobre as razões da visita.
Em outras ocasiões, Jair pleiteou visita do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, mas Moraes rejeitou. A decisão contra o pedido de Brunini foi proferida no ano passado, na esteira da negativa do Supremo ao pedido de ‘prisão domiciliar humanitária’ formulado pela defesa de Jair. Ao decretar a prisão preventiva de Bolsonaro, Moraes julgou prejudicados os pedidos de autorização de visitas formulados no dia anterior por Bolsonaro, incluindo destinado a Abilio.
Moraes autorizou que o senador Wellington Fagundes (PL) visite o ex-presidente. Além de Fagundes, Moraes autorizou que o empresário de São José do Rio Preto (SP) Paulo Maximiano Junqueira Neto também visitasse o maior líder da direita.
Fonte: Olhar Direto






