Soulja Boy foi pessoalmente ao tribunal civil de Santa Mônica, na Califórnia, para se defender de um processo contra ele, onde uma mulher alega que foi estuprada pelo artista. A sessão aconteceu na tarde de ontem (1), onde Soulja Boy afirmou que as acusações são falsas e “nojentas”.
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Foto: Instagram @souljaboy
DeAndre Cortez Way, nome verdade de Soulja Boy, foi processado por uma suposta vítima não identificada, mas que confirmou que viveu com ele em caráter de cárcere privado no ano de 2019, quando também atuou como sua assistente pessoal.
Em seu depoimento, registrado no último dia 19, a requerente disse que Way supostamente a estuprou pela primeira vez em um banheiro durante uma operação policial em sua casa em meados de fevereiro de 2019.
Ela ainda afirmou que ele continuou a agredi-la física e sexualmente durante um relacionamento conturbado de dois anos, que às vezes envolvia intimidade consensual.
Soulja Boy, que tem 34 anos, confirmou o envolvimento com a mulher e o encontro sexual em 2019, quando a polícia foi até sua casa para cumprir um mandado de busca. Entretanto, ele afirma que foi consensual: “Perguntei se ela queria fazer sexo, e ela participou. Ela não me empurrou nem disse para parar, nada disso,” disse ele.
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Ao longo de seu depoimento, quando questionado por seu advogado de defesa Rickey Ivie se “alguma vez bateu na autora do processo na boca, arrebentou seu lábio e a forçou a fazer sexo oral”, Soulja Boy respondeu: “Claro que não, e essa é uma alegação repugnante. Isso me parece absurdo. Eu não fiz isso.”
O artista ainda negou que a autora do processo trabalhou como sua assistente pessoal, dizendo que ela nunca foi sua funcionária. Na ocasião, no entanto, o advogado dela, Dean Aynechi, mostrou um vídeo de janeiro de 2019, onde o rapper aparece fazendo compras na Rodeo Drive e chamando por sua “assistente”.
Ao fim do depoimento de Soulja Boy, a suposta vítima chegou a chorar no tribunal quando ouviu o artista negar as acusações de estupro. Anteriormente, em seu depoimento, ela contou aos jurados que estava no banheiro com ele quando ele supostamente a virou, puxou suas calças para baixo e “começou a fazer sexo” com ela enquanto ela ficava paralisada de choque.
A mulher ainda disse que não denunciou o caso aos agentes do xerife do condado de Ventura que participaram da operação porque estava “apavorada” e temia sua retaliação. O julgamento atual começou em 13 de março e deve chegar aos argumentos finais até quinta-feira, 3 de abril.
Fonte: portalpopline