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ocê é gentil consigo mesmo, com sua aparência e autoestima? Respoder ‘sim’ com convicção e certeza é complexo, e é uma das pessoas que mais sabe disso. Aos 29 anos, a atriz relata estar, finalmente, “confortável comigo mesma” e que os anos trouxeram a deixaram mais gentis consigo mesma após a luta contra a baixa autoestima e o bullying.
Em entrevista ao site Legend, a atriz explicou que sua relação com a aparência sempre foi complicada e que, ainda muito jovem, passou a “sofrer muito bullying e minha autoestima era muito baixa”. Até mesmo no início da carreira no cinema, Anya conta como os maquiadores tentavam “consertar” o seu rosto com maquiagem, o que a levava a não conseguir se reconhecer no espelho. “Quando eu estava começando, alguns maquiadores me diziam que estavam corrigindo meu rosto e, sempre que eu me olhava no espelho, me perguntava quem era aquela pessoa — eu parecia muito estranha”.
Todas as situações que apontavam algo errado com seu rosto fizeram com que ela desenvolvesse mecanismo próprios para tentar controlar como as pessoas se sentiam perto dela e como ela seria vista, já que, na época, ela acreditava que sua aparência não era boa o suficiente para que gostassem dela.
“Meu objetivo era ser uma boa ouvinte e fazer as pessoas se sentirem menos sozinhas – para neutralizar a dor que eu havia sentido”, explica. A virada de chave para a atriz foi entender que ela não precisa e não deve agradar as pessoas o tempo todo, especialmente se isso vai contra o que ela quer e acredita.
Em 2020, em entrevista ao The Sun, Anya já havia compartilhado sua dificíl relação com a autoestima declarando que “eu nunca me considerei bonita e acho que nunca me considerarei. Não me acho bonita o suficiente para estar em filmes. Parece patético, e meu namorado me avisa que as pessoas vão achar que sou uma completa idiota por dizer essas coisas, mas eu só acho que tenho uma aparência estranha”.
Na época, a atriz estava no centro dos holofotes com o lançamento de O Gambito da Rainha e explicou que sua aparência era um assunto tão complicado para ela que se recusa a assistir seus próprios filmes para não ter que se ver. “Não vou ao cinema para assistir ao meu próprio filme, vou assisti-lo antes. A beleza de se sentir bem na própria pele é não ter que olhar para o próprio rosto”.
Seis anos mais tarde, ela celebra se sentir confiante na própria pele e acredita que a maturidade a ajudou a olhar para si mesma com mais carinho. “Agora, me sinto muito mais confortável comigo mesma do que me sentia aos vinte e poucos anos ou na adolescência. Os anos me trouxeram gentileza, e sou grata por isso”, relata.
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Fonte: capricho






