Um homem identificado pelas iniciais A.D.N. morreu na tarde deste domingo (18) durante um confronto com policiais militares no bairro Jardim Imperial, em Cáceres (a 218 km de Cuiabá). Ele é suspeito de envolvimento no homicídio do adolescente (]*rel=”)noopener(“[^>]*>)Murilo Pessoa Teixeira, de 14 anos, ocorrido no último sábado (17) .
De acordo com o boletim do 6º Batalhão da Polícia Militar, a ação ocorreu em continuidade às diligências relacionadas ao homicídio do adolescente. Conforme as investigações preliminares, o alvo do ataque seria o irmão da vítima, de 19 anos, em um crime ligado à disputa entre facções criminosas.
Após troca de informações com a Polícia Judiciária Civil (PJC), os policiais identificaram o local onde o segundo suspeito do homicídio estaria escondido. As equipes realizaram cerco na Rua Málaga, quando o homem tentou fugir pelos fundos da residência.
Ainda conforme o registro, durante a tentativa de fuga, o suspeito pegou uma arma de fogo e apontou em direção aos policiais, que reagiram à ameaça. O homem foi atingido durante a intervenção.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas constatou o óbito no local. A área foi isolada e equipes da Politec e da Polícia Civil realizaram os procedimentos periciais.
Com o suspeito, foi apreendida uma arma de fogo calibre .22, marca Taurus, com numeração suprimida, contendo seis munições, sendo quatro intactas e duas deflagradas. O armamento foi recolhido e encaminhado para perícia.
Comparsa preso
Um adolescente de 17 anos, suspeito de envolvimento no homicídio, chegou a ser cercado por moradores e sofreu uma tentativa de linchamento. Ele foi socorrido sob custódia policial e encaminhado ao Hospital Regional de Cáceres antes de ser apresentado à Polícia Civil.
Papel da ex-namorada
Durante as diligências, equipes da Rotam e do serviço de inteligência localizaram uma adolescente de 17 anos apontada como suposta mandante do crime. Em depoimento, ela confirmou que mantinha um relacionamento com o irmão da vítima e relatou que vinha sendo ameaçada por integrantes de uma facção criminosa rival.
Segundo a apuração, a jovem teria sido coagida a colaborar com o grupo criminoso, atuando em funções como locação de imóveis e compra de veículos para a organização.
Investigação
Durante a fuga, uma das armas utilizadas no homicídio foi abandonada e posteriormente entregue à polícia por moradores. Outra arma, pertencente a uma testemunha com registro legal, também foi apresentada espontaneamente para perícia.
O caso segue investigado pela Polícia Civil.
Fonte: leiagora






