Pesquisa inédita conduzida por cientistas da Embrapa e de instituições parceiras identificou uma espécie de “impressão digital química” da tainha brasileira (Mugil liza), capaz de determinar a origem geográfica a partir de pequenas moléculas presentes no músculo do peixe. A descoberta representa um avanço relevante para a rastreabilidade, autenticidade e valorização de produtos pesqueiros no País.
Os resultados estão publicados no artigo Application of Magnetic Resonance Tools for Qualification and Traceability of Mullets, no periódico científico internacional Fishes. O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Fabíola Fogaça, da Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ), e Luiz Colnago, da Embrapa Instrumentação (SP), em parceria com cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). O apoio financeiro é da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).
Fonte: cenariomt





