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Descubra os 10 museus de arte mais populares globalmente

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2026

Ainda lutando para recuperar os números de visitantes que tinham antes da pandemia de Covid-19, os museus de arte ao redor do mundo tiveram resultados geralmente positivos em 2025. Especialmente em regiões como a Ásia e a América Latina, e m particular quando se tratava de novos museus.

A conclusão é do relatório anual do The Art Newspaper, publicação especializada no assunto, que no primeiro semestre divulgou seu levantamento das 100 instituições mais visitadas do mundo ao longo do ano passado. Confira alguns dos destaques da lista, e veja onde apareceram os brasileiros:

Os 10 mais visitados de 2025

Londres domina o top 10 dos museus mais frequentados no último ano, com três integrantes aparecendo na parte mais destacada da lista. Mas há outros destaques em lugares menos óbvios, como um impressionante terceiro lugar para o Museu Nacional da Coreia do Sul, em Seul, que aumentou muito seu número de visitantes em 2025.

1) Louvre, em Paris (França): O Louvre ultrapassou os 9 milhões de visitantes no ano, e inclusive teve um aumento de 4% na comparação com 2024.

2) Museus Vaticanos (Cidade do Vaticano): O impressionante acervo artístico e histórico conservado pelos papas continua a mobilizar multidões, beirando os 7 milhões de visitantes em 2025. Na comparação com anos anteriores, números quase empatados: 2% a mais que 2024, e 1% acima de 2019, pré-pandemia.

Pessoas caminham em uma praça ampla com um edifício moderno de fachada curva e vidro à esquerda, sob um teto de treliça metálica. Ao fundo, árvores e prédios urbanos sob um céu nublado

3) Museu Nacional da Coreia, em Seul (Coreia do Sul): Em números absolutos, a principal instituição de arte sul-coreana foi destaque mundial pelo seu crescimento. Com 6,5 milhões de frequentadores em 2025, o número teve um aumento de 72% em apenas um ano, e já quase duplica (94% a mais) o registrado antes da pandemia.

4) Museu Britânico, em Londres (Reino Unido): Famoso por seus artefatos históricos, o British também entra na lista das instituições que conservam arte. Seus números ficaram estáveis de um ano para o outro, com 6,4 milhões de pessoas cruzando suas galerias.

5) Met, em Nova York (Estados Unidos): O Metropolitan Museum of Art se manteve como o mais visitado do gênero no lado de cá do Atlântico. Um modesto aumento de 4% em relação a 2024 significou que quase 6 milhões de visitantes estiveram por ali.

6) Museu Russo, em São Petersburgo (Rússia): A guerra e a crise trazida por ela não impactaram negativamente a grande instituição russa, que mais que duplicou seus números (ganho de 112%) na comparação com o pré-pandemia. De 2024 para 2025, foi um incremento de 41%, chegando a quase 5,1 milhões de visitantes.

Fachada do Museu Nacional de Antropologia, México, com painéis verde e vermelho e um brasão central. Uma bandeira mexicana tremula à direita. Pessoas caminham na praça em frente, sob um céu azul com nuvens brancas. O nome MUSEO NACIONAL DE ANTROPOLOGIA está gravado em uma estrutura de pedra em primeiro plano

7) Museu Nacional de Antropologia, na Cidade do México (México): O mais popular da América Latina ganhou 36% a mais visitantes em 12 meses. Já são 5 milhões de pessoas cruzando as catracas da instituição na capital mexicana.

8) Shanghai Museum East, em Xangai (China): É a mais nova adição à lista, tendo aberto suas portas em 2024 e já figurando no top 10 global. Foram 4,6 milhões de pessoas visitando o novo prédio da instituição, que já tinha outra sede antes.

9) Tate Modern, em Londres (Reino Unido): No top 10, o Tate Modern é aquele com mais dificuldades para recuperar seus números. Ainda 26% abaixo do total de visitantes de 2019, a instituição teve outra leve queda, de 2%, no ano mais recente. Ainda assim, os 4,5 milhões de pessoas o mantêm entre os mais frequentados do mundo.

10) National Gallery, em Londres (Reino Unido): Uma história um pouco diferente da vista no Tate. Apesar de ainda estar 31% abaixo do pré-pandemia, a National Gallery teve um aumento forte de visitas entre 2024 e 2025, ganhando 29% a mais de frequentadores e batendo em 4,1 milhões.

Brasileiros na lista

Vista externa do MASP em São Paulo, um edifício de concreto suspenso por quatro pilares vermelhos, com fachada de vidro e telhado plano. Abaixo, carros e pedestres transitam na Avenida Paulista, sob céu azul com nuvens esparsas

Mesmo bem distantes do top 10, instituições brasileiras conseguiram se situar entre as 100 mais visitadas do mundo.

Em um dos casos, trata-se de uma das histórias de sucesso mais evidentes do levantamento: o MASP incrementou em 104% seus visitantes de um ano para o outro, o segundo maior aumento de toda a lista em termos proporcionais. Os quase 1,2 milhões de visitantes em 2025 lhe valeram o 63º lugar do ranking global, com ganhos de 64% em relação ao último ano antes da pandemia.

Na sequência, outros brasileiros entre os 100 mais visitados são o CCBB do Rio de Janeiro (67º lugar, com 1,14 milhão, ainda 56% abaixo do pré-pandemia) e o CCBB de Belo Horizonte (69º lugar, com 1,12 milhão, 26% abaixo de 2019).

Mais abaixo na lista, a Pinacoteca de São Paulo é outro exemplo de recuperação frente à crise sanitária, ganhando 52% a mais visitantes desde 2019 e batendo em 820 mil no último ano, suficiente para a 94ª posição do mundo.

Fonte: viagemeturismo

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