O candidato ao Senado por Mato Grosso, Pedro Taques (PSB), afirmou nesta quinta-feira (30), durante a convenção da Federação Brasil da Esperança, em Cuiabá, que fará campanha em defesa da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). A declaração marca uma mudança de postura do ex-governador, que durante sua trajetória política integrou o PSDB, fez oposição aos governos petistas e apoiou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Questionado sobre a resistência de parte da esquerda à composição da chapa, Taques minimizou as divergências e afirmou que a união foi construída nacionalmente em defesa da democracia. “Graças a Deus, nós temos a democracia e na democracia as pessoas pensam diferente”, disse.
Segundo ele, a aliança entre Lula e Alckmin demonstra que diferenças políticas podem ser superadas diante de um projeto comum. “O que o presidente Lula e o Alckmin fizeram é uma demonstração de uma aliança para o Brasil”, declarou.
Taques afirmou que levará esse discurso para as ruas durante a campanha. “Vou defender o nome do presidente Lula, o nome do presidente Alckmin, em todas as ruas deste estado”, explicou.
O candidato ressaltou que o apoio ao governo federal não compromete sua independência caso seja eleito senador. “O senador não pode ser senador do presidente da República, é senador da República”, afirmou.
Ainda segundo Taques, sua atuação será pautada pelo interesse nacional. “Eu vou defender, sim, o presidente Lula, presidente Alckmin. Eu sou do PSB, não tenho vergonha disso. Vou defender o que é melhor para o Brasil”, disse.
Fonte: leiagora





