De acordo com órgãos de imprensa japonesas, serviços de emergência afirmaram que “muitas pessoas” ficaram presas dentro do shopping Aeon Mall, na cidade de Kashima, onde o segundo andar do complexo comercial desabou. Há temores de que haja mortos no local, mas ainda não houve confirmação oficial.
Segundo informações da agência Associated Press, o Serviço Geológico dos EUA (USGS, na sigla em inglês) inicialmente estimou a magnitude do terremoto em 7,1, mas posteriormente a revisou para 6,8.
Em post no X, a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, disse que o tremor ocorreu às 16h27 no horário local (4h27 de Brasília).
“Estamos empenhando todos os esforços na avaliação dos danos e na implementação de medidas emergenciais de resposta ao desastre, incluindo operações de resgate e salvamento de vidas”, afirmou a premiê.
O governo do Japão relatou posteriormente danos em estradas, pontes e edifícios, interrupções no fornecimento de energia e incêndios.
A agência de notícias Kyodo informou que um hospital na cidade de Yatsushiro recebeu cerca de 40 pessoas feridas e que um trem descarrilou e tombou na estação local.
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou no X que o terremoto “não causou danos nem problemas de segurança na Usina Nuclear de Sendai, localizada a cerca de 100 km do epicentro, e que a unidade permanece em operação” e sendo monitorada.
Kumamoto foi atingida por um forte terremoto em 2016, quando 277 pessoas morreram e cerca de 2,8 mil ficaram feridas.
Fonte: gazetadopovo





