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Fábio Porchat ironiza deputados após ser declarado persona non grata: Confira a reação do humorista

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2026

O humorista Fábio Porchat voltou a gerar repercussão nas redes sociais ao comentar, em tom de ironia, uma movimentação política envolvendo seu nome na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

O episódio ocorreu após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj aprovar uma proposta que busca classificar o artista como “persona non grata” no estado. A medida ainda depende de análise e votação no plenário.

Reação de Fábio Porchat

No vídeo publicado, o humorista ironizou a situação e afirmou sentir orgulho da repercussão política de seu trabalho. Em tom satírico, disse que, após mais de duas décadas de carreira e conquistas profissionais, ser alvo de parlamentares seria motivo de satisfação pessoal.

Ele também mencionou votos favoráveis de figuras públicas ligadas a famílias conhecidas no Rio de Janeiro e aproveitou para agradecer, de forma provocativa, amigos e instituições com as quais já trabalhou ao longo da carreira.

Em outro momento, o artista criticou de forma indireta a prioridade de parte dos parlamentares, sugerindo que temas de maior impacto social poderiam estar sendo deixados de lado em meio à discussão sobre sua atuação como humorista.

Aprovação na CCJ da Alerj

A proposta que motivou a reação foi apresentada por um deputado do Partido Liberal e passou pela CCJ da Alerj após uma votação apertada em etapa anterior, que terminou empatada entre votos favoráveis e contrários.

Com a aprovação na comissão, o texto foi considerado apto a seguir para o plenário, onde precisará de maioria qualificada para avançar. Mesmo que aprovada, a medida tem caráter simbólico e não implica restrições legais diretas à presença do humorista no estado.

Contexto do projeto

Segundo a justificativa apresentada, a iniciativa se baseia em conteúdos de humor produzidos por Fábio Porchat, incluindo esquetes e comentários críticos direcionados a figuras políticas e religiosas.

O texto argumenta que determinadas manifestações teriam sido interpretadas por parlamentares como ofensivas a valores institucionais e a autoridades públicas, o que motivou a proposta de classificação simbólica.

Para seguir adiante, o projeto ainda precisa ser votado em plenário, onde será necessário alcançar o número mínimo de votos favoráveis previsto pelo regimento da Alerj.

Fonte: cenariomt

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