Lucas do Rio Verde

Lucas do Rio Verde: Combate eficaz à dengue com ovitrampas em toda a cidade

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2026

A estratégia de combate ao mosquito Aedes aegypti ganhou um reforço importante em Lucas do Rio Verde com a implantação das ovitrampas, metodologia que passou recentemente da fase de capacitação para a execução prática em campo. A iniciativa tem como objetivo monitorar a presença do vetor com maior precisão e orientar ações mais eficazes de controle.

Antes do início das instalações, equipes da Vigilância em Saúde participaram de capacitações específicas para o uso da tecnologia, que consiste em dispositivos simples capazes de atrair o mosquito para a postura de ovos. A partir da análise desse material, é possível identificar áreas com maior infestação e agir de forma mais estratégica.

Cobertura total e boa adesão da população

Na última semana, mais de 300 ovitrampas foram instaladas, garantindo 100% de cobertura do município. Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde, Claudia Engelmann, o resultado inicial tem sido positivo, principalmente pela receptividade da população.

“A população está aceitando bem a instalação. Conseguimos colocar mais de 300 ovitrampas em todo o município, atingindo cobertura total. Agora estamos na fase de leitura desses dispositivos para analisar a quantidade de ovos do mosquito em cada ponto”, explicou.

Ações mais direcionadas

Com os dados coletados, as equipes conseguem identificar com mais precisão os locais com maior presença do mosquito e direcionar as ações de combate. “A partir dessas informações, conseguimos agir onde há maior infestação, tornando o trabalho mais eficiente e assertivo”, destacou Claudia.

Ela também ressaltou a importância da participação da comunidade. “A abertura das residências para os agentes de endemias tem sido fundamental. Isso permite que a gente atue com mais sucesso justamente onde há maior necessidade”, afirmou.

Monitoramento contínuo

A utilização das ovitrampas marca uma evolução na forma de monitoramento do mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. Com acompanhamento contínuo e análise técnica dos dados, a expectativa é reduzir focos e evitar surtos, especialmente em períodos de maior incidência.

A Vigilância em Saúde reforça que, apesar da nova tecnologia, a colaboração da população continua sendo essencial, principalmente com a eliminação de criadouros e manutenção dos cuidados dentro das residências.

Fonte: cenariomt

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