“O baguncinha é patrimônio e memória, é patrimônio imaterial do nosso município, é símbolo da nossa arte gastronômica e da nossa cultura. O baguncinha é prioritário em relação à vaga de estacionamento”, disse Abilio.
A declaração foi dada após o prefeito ser questionado sobre a situação dos comerciantes que atuam naquela região e que, segundo o relato feito na entrevista, estariam sendo pressionados a sair porque ocupam vagas ligadas ao rotativo operado pela concessionária.
“Não vão sair. Aqueles baguncinhas são tradicionais dali, eles não vão sair. Se tiver algum pedido de saída, nós vamos cancelar.”
Foi ponderado que a permanência dos comerciantes no local durante o dia esbarraria na legislação municipal e que a autorização atual valeria apenas para o período noturno. Abílio, porém, bancou o enfrentamento e afirmou que, se esse for o problema, a solução será alterar a norma.
“Se for o caso, a gente altera a lei”, asseverou.
Fonte: Olhar Direto





