O senador, entretanto, não apresentou nenhum documento, como uma carta de próprio punho de Bolsonaro, a exemplo do que o ex-presidente fez ao anunciar a pré-candidatura do filho Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência.
Há alguns meses, circulou a informação de que Bolsonaro teria declarado apoio à candidatura de Pivetta ao governo, em detrimento do próprio correligionário Fagundes. O anúncio feito pelo senador neste sábado, em tese, enterra essa possibilidade.
Questionado se o fato de Bolsonaro não ter enviado uma carta, um vídeo ou se manifestado por meio de um porta-voz enfraquece a declaração de Fagundes, Pivetta respondeu: “Faz sentido esse pensamento. Vamos ver”.
O vice-governador reconheceu a importância política do ex-presidente, mas ressaltou que sua pré-candidatura não depende de apoios externos.
“É importante o apoio do ex-presidente Bolsonaro, muito importante. Vamos aguardar qual vai ser a tendência do partido, mas a minha candidatura, minha pré-candidatura, ela não depende de apoio. Eu já tenho a base que me sustenta aqui no Mato Grosso e eu vou procurar conquistar os apoios nacionais de centro-direita que possam fortalecer a nossa candidatura”. “Vamos aguardar porque as declarações muitas vezes podem não ter fundo de verdade”.
O pré-candidato foi perguntado se estaria aberto a uma composição com o senador Wellington Fagundes, seja como vice ou em qualquer outra posição na chapa, mas descartou a possibilidade e classificou o cenário como improvável.
“Eu acho pouco provável, porque ele é senador da República, tem mais quatro anos de mandato. Então eu não penso em coisas improváveis, eu não penso em alternativas improváveis”.
“Eu estou bem situado na realidade e me sinto muito fortalecido para disputar uma eleição. Como pré-candidato, hoje me sinto muito fortalecido e muito preparado”.
Fonte: Olhar Direto






