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Polícia apreende R$ 10 mil em canetas emagrecedoras clandestinas em Cáceres

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A Polícia Civil apreendeu cerca de R$ 10 mil em canetas emagrecedoras importadas irregularmente durante a Operação Dose Certa, realizada na manhã desta quinta-feira (5), em Cáceres (MT). Durante a ação, uma pessoa foi presa em flagrante.

Ao todo, os policiais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão. O suspeito detido deve responder pelo crime de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, previsto no artigo 273 do Código Penal.

Segundo a Polícia Civil, em uma das residências investigadas foram encontrados frascos do medicamento Tirzepatida, conhecido comercialmente como Mounjaro, utilizado em tratamentos médicos específicos. O produto, porém, teria sido importado sem autorização ou registro nos órgãos sanitários competentes.

As investigações indicam que os envolvidos se apresentavam como médicos ou profissionais da área da saúde para oferecer e aplicar os medicamentos de forma clandestina. A prática, de acordo com a polícia, pode representar risco à saúde de pessoas que buscavam tratamento para emagrecimento.

Em outro endereço alvo da operação, os agentes localizaram mais da substância usada em tratamentos médicos específicos, mas que estava sendo comercializada sem nota fiscal e sem registro regular no país. O responsável pelos produtos foi preso em flagrante. No local, também foram apreendidos anabolizantes importados de forma irregular.

Durante as buscas, os policiais recolheram ainda outros materiais suspeitos de contrabando, que serão analisados em perícia.

O delegado responsável pela investigação, Mauro Apoitia, afirmou que há indícios de que, em alguns casos, os clientes nem sequer recebiam o medicamento prometido, sendo substituídos, supostamente, por substâncias como soro fisiológico, sem qualquer efeito terapêutico.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e apurar a dimensão do esquema, que pode incluir comercialização irregular de medicamentos e eventual exercício ilegal da medicina.

Fonte: primeirapagina

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