“Eu expliquei que estou em uma situação difícil, porque tenho amizade com os dois, gosto dos dois e não tenho como tomar partido. De um lado tenho [o candidato do meu partido], o PL, e do outro um amigo com quem converso e almoço”, disse.
A declaração foi feita nesta quarta-feira (4) após um encontro em Brasília com o senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Wellington Fagundes. Segundo Abilio, ambos compreenderam sua situação.
“Eles entenderam essa situação e falaram: ‘Olha, Abilio, o que está acontecendo com você está acontecendo no Acre e em outros Estados também. Entendo que você possivelmente vai acabar não tomando uma posição partidária ou política de definir um voto ou publicamente se colocar numa posição’”, relatou.
Perguntado se a declaração significa que ele pode não subir no palanque de nenhum candidato ao governo em 2026, Abilio foi afirmar que pode transitar entre os dois lados.
“Eu estou admitindo que eu posso subir nos dois. Estou dizendo que eu torço para os dois, mas que eu estou num partido político e o meu maior projeto nesse partido vai ser eleger o pré-candidato ao Senado, José Medeiros, e eleger o pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro, bem como a minha esposa, Samantha Iris, como pré-candidata a deputada estadual, no momento em que ela for candidata”, pontuou.
Ao ser questionado se isso significa que o projeto de Wellington Fagundes não é prioridade para o seu mandato, o prefeito foi direto: “Dá pra dizer que torço tanto para o Wellington quanto para o Pivetta. Quem vencer a eleição em Mato Grosso terá um bom resultado. Eu não vou ter condições pessoais de publicizar qualquer escolha que eu faça”.
Fonte: Olhar Direto






