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Circo Mixi pela Cidade anima crianças no Jardim Noroeste

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Na tarde desta sexta-feira (27), a magia do circo vai tomar conta da aldeia indígena urbana Estrela da Manhã, no Jardim Noroeste, em Campo Grande. A garotada vai poder acompanhar o espetáculo infantil “MixiCirquinho”, que tem entrada gratuita e exibição a partir das 15h na Rua Nazaré, nº 28.

O espetáculo

A iniciativa faz parte do projeto “Mixi pela Cidade” com a artista Kelly Figueiredo, que leva a palhaçaria para regiões periféricas e comunidades tradicionais de Campo Grande.

No espetáculo, a palhaça Mixirica apresenta sua parceira de aventuras Mixipulga, em um teatro que combina corda bamba, saltos improváveis, mágicas improvisadas e amizade.

O espetáculo tem o intuito de ensinar valores como companheirismo, respeito às diferenças e empatia.

A presença de espetáculos na aldeia reflete a necessidade de inclusão de regiões mais afastadas no cenário cultural da cidade.

“A importância do circo aqui na aldeia para as crianças, para nós, para nossa comunidade, é que vai trazer alegria, entretenimento, visto que a nossa dificuldade, o deslocamento para a gente ir aonde o circo está, fica distante, e as crianças também, é uma demanda um trajeto a longa distância e nós não temos uma preparação, não temos uma condução para colocar todas as crianças e nesse trajeto de ida para buscar em outro lugar um teatro, um circo”

Dalva Cáceres, liderança indígena da aldeia Estrela da Manhã.

Projeto Mixi pela Cidade

O projeto percorre por cinco comunidades. O espetáculo já passou pelo Projeto Socioeducativo Harmonia e Frutos, no Jardim Colúmbia e na Escola Municipal Profª Ana Lúcia Batista, no Jardim Paulo Coelho Machado. 

A atração também esteve na Escola Municipal Dionísio Antônio Vieira, na comunidade quilombola Furnas do Dionísio.

A última circulação acontece neste sábado (28) às 10h, na Central Única das Favelas (CUFA), no bairro São Conrado. Com classificação livre, a montagem atende até 100 crianças por sessão.

As apresentações são adaptadas de acordo com o local que percorre.

“Cada espaço tem seu ritmo. Não é só adaptação técnica, é adaptação humana. Alguns contextos pedem mais improviso, outros mais acolhedores. O espetáculo se constrói junto com o público daquele lugar.”

Kelly Figueiredo.

Acesse mais informações aqui.

Fonte: primeirapagina

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