Nos bastidores da Assembleia Legislativa, a costura para o novo texto já está encaminhada e tem como linha majoritária, com resistência isolada de Wilson Santos, que o novo HUJM fique na Capital, enquanto se discute se a Comunidade Pequizeiro, também repassada a Santo Antônio, volta para Cuiabá ou permanece com o município vizinho.
A nova proposta deve ser elaborada sob supervisão do deputado Ondanir Bortolini (Republicanos), o Nininho, mas deve manter como coautores os deputados Max Russi (PSB), Eduardo Botelho (União) e Wilson Santos (PSD), que participaram da articulação que resultou na lei atual.
Além da disputa política, um dos argumentos citados internamente para a revogação é a existência de problemas na redação legislativa da Lei nº 13.228/2026, o que reforçou a pressão por um “ajuste” que preserve parte do acordo territorial, mas retire o hospital do pacote.
A divergência principal está com Wilson Santos, que segue defendendo uma saída para não deixar Santo Antônio sem ganho político e fiscal. A ideia em discussão é que o terminal ferroviário da ferrovia estadual, previsto para ser implantado em Cuiabá, passe a integrar o território de Santo Antônio de Leverger como compensação, para que a arrecadação de impostos fique com o município do interior.
A proposta ainda está em tratativas e deve ser finalizada com base em acordo entre os blocos e os parlamentares envolvidos, com expectativa de envio de um novo texto para votação nas próximas semanas.
Fonte: Olhar Direto






