A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (3), a segunda fase da Operação Devastate, para dar cumprimento a 65 ordens judiciais, em cinco municípios de Mato Grosso, contra membros de facções criminosas. Desse total, 39 são mandados de prisão preventiva e 26 de buscas e apreensão domiciliar.
As ordens foram cumpridas em Rosário Oeste, Campo verde, Lucas do rio verde, Brasnorte, Nortelândia e Cuiabá. Parcialmente, já foram presas mais de 20 pessoas e apreendidos diversos aparelhos celulares.
Os alvos são investigados por envolvimento direto a facções criminosas atuantes na região de Rosário Oeste e conexões com os outros cinco municípios do Estado.
A operação contou com a parceria da Secretaria de Justiça (Sejus), que ficou responsável por custodiar os presos para audiência, e apoio da Diretoria Metropolitana, Diretoria do Interior e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).
Ao final dos cumprimentos, todos os detidos foram conduzidos até a delegacia para realização dos procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocados à disposição da Justiça.
A primeira fase da Operação foi iniciada em 2024, com o cumprimento de 28 ordens judiciais.
As ordens foram cumpridas em Rosário Oeste, Campo verde, Lucas do rio verde, Brasnorte, Nortelândia e Cuiabá. Parcialmente, já foram presas mais de 20 pessoas e apreendidos diversos aparelhos celulares.
Os alvos são investigados por envolvimento direto a facções criminosas atuantes na região de Rosário Oeste e conexões com os outros cinco municípios do Estado.
A operação contou com a parceria da Secretaria de Justiça (Sejus), que ficou responsável por custodiar os presos para audiência, e apoio da Diretoria Metropolitana, Diretoria do Interior e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).
Ao final dos cumprimentos, todos os detidos foram conduzidos até a delegacia para realização dos procedimentos legais cabíveis e, posteriormente, colocados à disposição da Justiça.
A primeira fase da Operação foi iniciada em 2024, com o cumprimento de 28 ordens judiciais.
Fonte: Olhar Direto






